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7/11/2018 06:30

Depois de ser renegado pelo Egito, Bolsonaro recua e diz que não vai nomear militar para o Itamaraty

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Depois de comprar briga com países do mundo árabe e gerar tensões na área diplomática brasileira, Bolsonaro desacelerou a nomeação em massa de generais para cargos do primeiro escalão. Para o Itamaraty, sua intenção, agora, é nomear "um diplomata de carreira". Ele diz: "meu compromisso é [nomear] pessoas que entendam do assunto".



A reportagem do jornal Folha de S. Paulo reforça a nova percepção sobre as relações exteriores, decorrentes das pressões internacionais: "a equipe de transição enfrenta tensões na área internacional, com a possibilidade de crises antes mesmo de sua posse. O futuro presidente comprou briga com países do mundo árabe ao prometer durante a campanha, e reforçar a ideia depois de eleito, que transferirá a Embaixada do Brasil em Tel Aviv para Jerusalém. Com a medida, ele pretende fazer um aceno ao governo de Israel e ao eleitorado evangélico".



O jornal ainda destaca que "o capitão reformado afirmou que a alteração ’não está decidida’, após ser questionado sobre o cancelamento de um compromisso diplomático com o Brasil pelo Egito, em aparente retaliação ao plano, que alimentou temores de boicote comercial".

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2553 visitas - Fonte: Brasil247

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