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27/2/2019 09:24

A mando de Bolsonaro, Petrobras vai fechar sede em São Paulo e prepara programa de demissões

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Reportagem de Fernanda Nunes e Denise Luna no Estado de S.Paulo informa que a Petrobrás pretende até junho desativar sua sede administrativa em São Paulo e lançar um novo Programa de Demissão Voluntária. Além disso, a estatal planeja fechar unidades incluídas em seu plano de desinvestimento que não despertarem interesse dos compradores, o que pode levar a mais demissões. Os planos do atual comando da petroleira foram revelados aos funcionários na última segunda-feira por um recém contratado gerente executivo de Recursos Humanos, Claudio Costa, durante uma reunião para explicar apenas a desativação da sede da Avenida Paulista, onde trabalham 700 pessoas. Nas declarações do executivo, gravadas em áudios que circularam pelas redes sociais ontem, ele afirma ainda que em 2015 a Petrobrás estava literalmente falida, e que se as demissões não forem realizadas, “daqui a duas décadas essa empresa não existirá mais”.



De acordo com a publicação, um grupo de sindicalistas que aguardava o gerente para uma reunião na sede da companhia no Rio reagiu com repúdio às declarações de Costa, e se recusou a deixar o prédio antes de esclarecer as declarações do executivo que trouxeram inquietação aos funcionários. “Viemos (cerca de 15 pessoas) para uma reunião da comissão do ACT (acordo coletivo), mas só vamos sair depois de conversar com o gerente Claudio Costa para ele explicar o que houve em São Paulo”, disse Adaelson Costa, secretário-geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e coordenador geral do Sindipetro do Litoral Paulista. No início da noite, a reunião com o gerente foi remarcada para esta quarta-feira, 26.



O sindicalista explicou que no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da Petrobrás existe a previsão de demissão, desde que haja negociação. Segundo ele, a falta de sensibilidade de Costa provou que o executivo não “está preparado para lidar com uma empresa do porte da Petrobrás, completa o Estadão.

PS: Em 2008, no governo Lula, a Petrobras tinha atingido seu maior valor de mercado: US$ 309,5 bilhões, o que a colocou na segunda colocação entre as petroleiras, atrás somente da Exxon, segundo levantamento feito à época pela consultoria Economática.

Em 2002, último ano do governo Fernando Henrique Cardoso, o valor de mercado da Petrobras era US$ 14,4 bilhões.

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8352 visitas - Fonte: diário do centro do mu

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