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20/3/2017 10:18

Investigação sobre acidente que matou Teori leva tempo recorde e não tem nem data para sair

Os três processos de investigação abertos sobre o acidente de avião que matou o ministro do STF STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki e outras quatro pessoas em Paraty (RJ) seguem sem conclusão dois meses após o caso.



A hipótese de sabotagem é remota e praticamente descartada pelos investigadores, mas até a última sexta-feira (17) a Polícia Federal, o Cenipa (órgão da Aeronáutica responsável pela investigação de acidentes aéreos) e o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro ainda não haviam divulgado um comunicado oficial sobre as causas do acidente, ocorrido em 19 de janeiro.

As informações são de reportagem de Rubens Valente na Folha de S.Paulo.

"Quatro dias depois da queda, o juiz federal Raffaele Felice Pirro, de Angra dos Reis (RJ), decretou segredo de Justiça sobre as apurações. Além de Teori, o acidente matou o empresário hoteleiro Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, o piloto Osmar Rodrigues, a massoterapeuta Maíra Lidiane Panas Helatczuk e sua mãe, Maria Hilda Panas.

As três apurações são um inquérito policial, tocado pela PF de Angra com acompanhamento da Justiça Federal e do Ministério Público Federal, um inquérito civil aberto pela Procuradoria da República em Angra e a apuração do Cenipa –que não tem objetivo de criminalizar eventuais responsáveis, mas apontar "fatores contribuintes" para a queda.

Como é feita por profissionais especializados em aviação, a terceira investigação é a mais aguardada para o completo entendimento de eventuais falhas humanas ou técnicas, a fim de reduzir o risco de novos acidentes.

A Aeronáutica informou à reportagem na sexta que pretende encerrar a apuração 'no menor prazo possível'."

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