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A suspeita de vazamentos de inquéritos sigilosos da PF para o entorno do presidente não se restringe ao caso de Flávio Bolsonaro.
Relatório da investigação de candidaturas laranjas em Pernambuco aponta forte indicativo nesse sentido envolvendo Luciano Bivar, presidente do PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu. Em 2019, durante buscas, a PF encontrou com o político um celular zerado, comprado um dia antes. Outro alvo, uma assessora disse ter esquecido o aparelho na academia.
A operação foi realizada em 15 de outubro de 2019, quando o presidente do PSL e Bolsonaro ainda não haviam rompido e estavam no mesmo partido. Uma semana antes o presidente da República chegou a dizer a um apoiador, na porta do Palácio da Alvorada, que Bivar estava “queimado pra caramba”.
Veja a prova abaixo:
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