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Norma Haddad faleceu no último domingo, 2 de julho, aos 85 anos.
Protagonista na articulação do governo Lula (PT) pela aprovação da reforma tributária na Câmara dos Deputados, concluída nesta sexta-feira (7) após mais de trinta anos emperrada, o ministro Fernando Haddad teve que "pagar um preço alto" no âmbito da vida pessoal em meio às discussões com os parlamentares, informa,/a> a coluna do Lauro Jardim no jornal O Globo.
Ocorre que a mãe do ministro, Norma Haddad, faleceu no último domingo (2), aos 85 anos, e seu velório ocorreu na segunda-feira (3), em São Paulo, bem no auge das discussões pela aprovação da reforma. E o que Haddad confidenciou a alguns parlamentares é que ele precisou sair pelo menos dez vezes do velório para atender ligações e discutir itens pendentes na proposta.
O trabalho do ministro foi amplamente reconhecido após a conclusão das votações. Um levantamento promovido pelo instituto Quaest na sexta-feira (7), que analisou 5,3 milhões de menções sobre a reforma tributária no Twitter, Facebook e Instagram, concluiu que o nome de Fernando Haddad foi o que mais esteve atrelado a comentários positivos sobre a reforma tributária nas redes sociais. O ministro da Fazenda recebeu 78% de menções positivas.
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