895 visitas - Fonte: Plantão Brasil/ twitte
A controvérsia envolvendo a deputada Carla Zambelli e um eleitor de Lula se intensificou após os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça, indicados por Bolsonaro ao STF, expressarem opiniões divergentes. Marques defendeu a ação de Zambelli como "legítima", enquanto Mendonça propôs que o caso fosse julgado pela Justiça de São Paulo.
A maioria dos ministros do STF, com oito votos, encaminhou o processo contra Zambelli por acusações de constrangimento ilegal e porte ilegal de arma. A decisão atual refere-se apenas à abertura de uma ação penal, com a análise do mérito das acusações ocorrendo posteriormente.
O incidente aconteceu na véspera do segundo turno das eleições, quando Zambelli, acompanhada de seguranças, perseguiu o jornalista Luan Araújo em São Paulo após ouvir provocações. A deputada chegou a sacar uma arma durante o episódio.
Nunes Marques justificou sua posição alegando que Zambelli foi ofendida e agiu de forma legítima ao tentar deter Araújo. Por outro lado, Mendonça não comentou sobre a denúncia em si, mas argumentou que o caso não estava ligado à atividade parlamentar de Zambelli.
Se condenada, Zambelli pode enfrentar uma pena de até dez anos de prisão. A confissão de um tenente-coronel sobre a venda de joias e a alegação de agir por ordem de Bolsonaro pode fortalecer o conjunto de provas contra a deputada.
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