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O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foi honrado com o prêmio Pacto Contra Fome, concedido pelas Nações Unidas (ONU), em reconhecimento à sua notável campanha Mãos Solidárias. Esta iniciativa, criada em Recife durante a pandemia, demonstra o compromisso do MST com a sociedade brasileira, contrastando com a negligência de governos anteriores.
A premiação, organizada pela Unesco e FAO, foi entregue em São Paulo a Paulo Mansan e Fabíola Amaro, ambos membros da coordenação do MST e do projeto. A campanha beneficiou inúmeras famílias em diversas cidades de Pernambuco, distribuindo impressionantes 1,6 milhão de marmitas em três anos.
Desde o início da pandemia, o MST mostrou sua capacidade de resposta rápida, atendendo inicialmente famílias em situação de rua. Paulo Mansan destacou a origem da iniciativa, mencionando o projeto Marmita Solidária, que se tornou um símbolo de solidariedade em todo o Brasil.
A campanha Mãos Solidárias evoluiu, criando cozinhas solidárias, bancos de alimentos e outras ações essenciais. Recentemente, essa iniciativa inspirou a criação do Plano Nacional Cozinhas Solidárias, integrado ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), uma política pública que amplia ainda mais o alcance da solidariedade.
Paulo Mansan expressou sua gratidão pelo reconhecimento e destacou a colaboração com outras organizações, como o MTST. Fabíola Amaro, por sua vez, enfatizou o compromisso contínuo do MST em trabalhar pela sociedade, especialmente nas periferias.
*Com informações de A Postagem
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