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O Egito suspendeu sua mediação entre Israel e o Hamas após o assassinato de Saleh al-Arouri, o segundo em comando do grupo palestino. Al-Arouri foi morto em um ataque de drone israelense em Beirute, capital do Líbano, intensificando as tensões na região.
O governo egípcio, que desempenhava um papel crucial nas negociações de trégua e troca de reféns entre Israel e Hamas, anunciou o congelamento de sua participação. A morte de al-Arouri, um líder importante do Hamas, gerou preocupações de escalada do conflito, com o Hezbollah, aliado do Hamas e do Irã, indicando a possibilidade de envolvimento no conflito.
Israel, por sua vez, não confirmou oficialmente sua responsabilidade no ataque, mas o Hamas atribuiu a Israel a morte de al-Arouri. O líder palestino, que estava exilado no Líbano, foi morto junto com seu guarda-costas e outras três pessoas.
O Hamas condenou o ataque israelense, considerando-o uma prova do fracasso de Israel em atingir seus objetivos na Faixa de Gaza. Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, já havia ameaçado al-Arouri antes do início do conflito com o Hamas em outubro de 2023. Al-Arouri passou quase duas décadas preso em Israel antes de ser libertado sob a condição de exílio em 2010.
Com informações do DCM
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