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O futuro secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, evidenciou a necessidade de aprimorar a inteligência e o rastreamento financeiro no combate ao crime organizado. Em entrevista ao jornal O Globo, Sarrubbo destacou: "Dois pontos me parecem fundamentais. Um deles é a questão da inteligência. Temos que ter um sistema muito consistente de informação. Em segundo lugar, é ’seguir o dinheiro’. A organização criminosa é como uma empresa, busca o lucro. Esse lucro precisa ser em algum momento lavado. Então, é aí que está o grande foco. Se a gente conseguir achar o dinheiro, você desestrutura essas organizações."
Ele também propôs a criação de um Gaeco nacional, visando maior integração entre as forças estaduais e federais. Sarrubbo apontou o uso de câmeras corporais como uma estratégia eficaz, ressaltando que o aumento da letalidade policial não reduz a criminalidade. "Número de pessoas mortas não é diretriz que melhora a segurança pública. Matar mais pessoas, está provado, não melhora o sistema de segurança pública", afirmou.
Sobre as saídas temporárias de presos, Sarrubbo se mostrou contrário ao seu fim, considerando-as importantes para a ressocialização, apesar de reconhecer possíveis falhas na aplicação. Ele ressaltou que mudanças legislativas devem ser pontuais e não representam o principal problema na segurança pública do país.
Sarrubbo assumirá a secretaria após a formalização de Ricardo Lewandowski como novo ministro da Justiça, fortalecendo a postura de integração e eficiência no combate ao crime organizado.
Com informações do Brasil 247
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