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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, denunciou nesta quinta-feira (29) uma campanha coordenada de ataques bolsonaristas contra o Banco do Brasil. Em coletiva no Palácio do Planalto, Haddad afirmou que a instituição está sob "ataque sistemático" de grupos aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que estariam promovendo desinformação e pressionando por mudanças na gestão da instituição.
"É uma retaliação clara por não aceitarmos a agenda de privatizações e por estarmos recompondo o caráter social do banco", declarou Haddad. O ministro relacionou os ataques à decisão do governo Lula de retomar o crédito para agricultura familiar, pequenos negócios e programas habitacionais – políticas abandonadas durante o governo anterior.
Haddad destacou que o Banco do Brasil registrou lucro recorde de R$ 35 bilhões em 2023 e ampliou seus investimentos sociais, contrariando a narrativa bolsonarista de que a instituição estaria em crise. "Estão usando fake news para tentar criar instabilidade onde não existe. O BB está mais forte do que nunca", afirmou.
O ministro alertou que os ataques fazem parte de uma estratégia wider de desestabilização de empresas estatais. "É o mesmo roteiro de 2016, quando criaram crises artificiais para justificar privatizações. Não vamos permitir que isso se repita", concluiu Haddad, recebendo apoio de entidades sindicais e movimentos sociais.
Com informações do Jornal GGN
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