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O chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, Morgan McSweeney, renunciou ao cargo neste domingo (8) em meio à pressão política causada pela nomeação de Peter Mandelson para a embaixada do Reino Unido nos Estados Unidos. Em comunicado, McSweeney assumiu total responsabilidade pelo conselho que deu a Starmer, afirmando que a decisão de indicar Mandelson foi "errada" e que "prejudicou nosso partido, nosso país e a própria confiança na política". A crise se aprofundou após a divulgação de documentos ligados ao caso do bilionário Jeffrey Epstein, que sugerem que Mandelson, quando secretário de Negócios, teria enviado informações confidenciais de mercado ao criminoso sexual condenado.
A renúncia é vista como uma tentativa de conter os danos políticos em meio à que é considerada a crise mais grave dos 18 meses de governo de Starmer. Embora Mandelson não tenha sido condenado judicialmente pelo episódio, as revelações levantaram sérias questões sobre o julgamento político da atual administração e o rigor nos critérios para nomeações estratégicas. A permanência de Mandelson no cargo diplomático mais importante do país tornou-se um ponto sensível, com parlamentares cobrando explicações. Até o momento, o gabinete de Starmer não anunciou um substituto para McSweeney nem se revisará formalmente a indicação, mas o caso deve continuar a dominar o debate político britânico nos próximos dias.
Com informações do Brasil247
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