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A Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia ao Supremo Tribunal Federal contra três delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro por suposta obstrução nas investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Rivaldo Barbosa, que era chefe da Polícia Civil à época do crime, Giniton Lages e Marco Antônio de Barros são acusados pelos crimes de associação criminosa e obstrução de Justiça. Segundo a denúncia, assinada pelo vice-procurador-geral Hindenburgo Chateaubriand, os investigados teriam formado uma estrutura para "garantir a impunidade de crimes de homicídio praticados por organizações criminosas", comprometendo deliberadamente o inquérito sobre o caso.
Conforme o Ministério Público Federal, a acusação aponta que o grupo teria ocultado provas, direcionado as investigações para incriminar inocentes e utilizado testemunhos falsos, além de realizar diligências inócuas e contribuir para o desaparecimento de elementos probatórios essenciais. A denúncia se insere em um contexto de "mercantilização de homicídios" no estado. A PGR requer a condenação dos três delegados, a manutenção de medidas cautelares já impostas, a perda dos cargos públicos e o pagamento de indenização por dano moral coletivo. Giniton Lages e Marco Antônio de Barros participaram diretamente das investigações originais do caso, que completa oito anos em março.
Com informações do Brasil247
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