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A China voltou a manifestar apoio a Cuba e cobrou dos Estados Unidos o fim imediato das sanções e do bloqueio econômico imposto à ilha caribenha. Em pronunciamento oficial na sexta-feira (10), a porta-voz da Chancelaria chinesa, Mao Ning, afirmou que Washington deveria considerar a posição da comunidade internacional e condenou medidas que "comprometem a paz e a estabilidade regional". Pequim acompanha com atenção a política hostil dos EUA em relação a Cuba e destacou que até mesmo legisladores norte-americanos têm demonstrado oposição a essa postura. A diplomacia chinesa reiterou sua disposição de atuar ao lado da comunidade internacional em defesa da soberania cubana.
Além do apoio político, o embaixador da China em Cuba, Hua Xin, denunciou os impactos do bloqueio e anunciou iniciativas concretas de cooperação, incluindo projetos de energia renovável (como parques solares doados ao sistema elétrico cubano), soluções energéticas para áreas isoladas e centros sociais, além do envio contínuo de ajuda alimentar, com milhares de toneladas de arroz destinadas à população cubana. O posicionamento de Pequim reforça a crescente articulação internacional em torno da crítica ao bloqueio contra Cuba e amplia o debate sobre os efeitos das sanções na região, com a China se colocando como aliada estratégica da ilha contra o imperialismo estadunidense.
Com informações da Prensa Latina
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