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O Brasil atingiu o menor índice de fome de toda a sua história sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, revertendo o cenário de devastação social provocado pelo governo de extrema direita de Jair Bolsonaro. De acordo com o relatório "O Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo 2026" (SOFI), elaborado pela FAO em parceria com FIDA, PMA, OMS e Unicef, a insegurança alimentar severa despencou para apenas 0,6% da população no triênio 2023-2025. O resultado histórico confirma a permanência do país fora do vergonhoso Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas, mantendo a taxa bem abaixo do limite de 2,5%.
Os números refletem uma queda avassaladora de mais de 91% na fome severa em comparação com o período sombrio de 2020 a 2022, marcado pela omissão do ex-presidente Jair Bolsonaro e o apoio cego de seus seguidores. Naquela época, o desamparo estatal empurrou 8,5% dos brasileiros — o equivalente a 17,9 milhões de cidadãos — para a miséria absoluta. Com a retomada dos programas sociais e o compromisso do presidente Lula com os direitos humanos, cerca de 16,7 milhões de pessoas conseguiram sair da condição de fome extrema e voltaram a ter acesso ao básico.
Além de erradicar a fome severa, as ações do governo federal ampliaram de forma expressiva o acesso econômico a uma alimentação saudável e de qualidade. A parcela de brasileiros sem condições financeiras para arcar com uma dieta adequada caiu de 31,2% em 2021 para 21,1% em 2025. Essa melhoria estrutural permitiu que aproximadamente 20,5 milhões de pessoas passassem a consumir refeições nutritivas, fortalecendo a saúde pública e a dignidade das famílias trabalhadoras que haviam sido abandonadas no ciclo anterior.
A recuperação acelerada dos indicadores sociais é fruto da articulação direta entre a geração de renda, o fortalecimento da agricultura familiar e a reconstrução do sistema de proteção social. Diferente da política destruidora praticada por Jair Bolsonaro e seus aliados, a atual gestão priorizou a garantia do direito humano à alimentação e a promoção da soberania alimentar como pilares centrais do desenvolvimento nacional.
O avanço também se consolida através da valorização dos territórios tradicionais, especialmente na região amazônica, onde comunidades indígenas, quilombolas e agricultores familiares produzem alimentos saudáveis enquanto preservam a biodiversidade local. Organizações como a REPAM Brasil destacam o protagonismo das lideranças comunitárias e de mulheres no fortalecimento da economia sustentável, alinhando o combate à pobreza às metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2 da Agenda 2030 da ONU.
A conquista histórica atesta o sucesso das medidas adotadas por Lula para reconstruir o Brasil e resgatar o respeito internacional ao país. Ao combater de frente as desigualdades aprofundadas pela extrema direita, o governo brasileiro demonstra que a priorização do combate à miséria é o único caminho capaz de assegurar justiça social, desenvolvimento pleno e alimentação adequada para toda a população.
Com informações do DCM
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