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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou suas redes sociais para celebrar uma das maiores conquistas sociais de sua gestão: o resgate da dignidade alimentar de milhões de brasileiros. Em pronunciamento contundente, o chefe do Executivo relembrou o compromisso assumido em seu discurso de posse, em janeiro de 2023, quando prometeu retirar novamente o Brasil do Mapa da Fome. O presidente enfatizou que os novos dados internacionais oficiais chancelam o sucesso absoluto da estratégia de inclusão socioeconômica adotada pelo governo federal, sepultando o período de negligência que havia jogado o país de volta à miséria.
Os indicadores apresentados revelam uma transformação estrutural profunda na realidade das famílias brasileiras. No triênio compreendido entre 2023 e 2025, o Brasil conseguiu reduzir em mais de 90% a taxa de insegurança alimentar grave, fazendo o índice despencar para a marca residual de 0,6%. O resultado representa um contraste brutal com o pico histórico registrado no período anterior, quando o desmonte das redes de proteção social empurrou o indicador para 8,5%, afetando cerca de 17,9 milhões de cidadãos.
A derrocada da miséria é corroborada pelo relatório "O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026" (SOFI), publicado formalmente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO-ONU). De acordo com o documento internacional, a Prevalência de Subnutrição no país consolidou-se bem abaixo do limite crítico de 2,5%, o principal critério global utilizado pelas Nações Unidas para atestar que uma nação superou a fome endêmica. Os dados detalham que, graças à reversão de políticas públicas, aproximadamente 16,7 milhões de pessoas deixaram a condição de privação alimentar extrema no último triênio, enquanto a parcela da população sem recursos para arcar com uma dieta minimamente saudável recuou de 24,1% para 21,1%.
O presidente Lula atribuiu o êxito histórico à engrenagem transversal do Plano Brasil sem Fome, que articula mais de 80 ações integradas por diversos ministérios. O petista salientou que o fortalecimento de programas consagrados e novos pilares de fomento — como o Bolsa Família, as Cozinhas Solidárias, o Programa de Aquisição de Alimentos e o reajuste real da merenda escolar — funcionou em perfeita sintonia com a recuperação da economia nacional. Para o mandatário, a erradicação da fome está diretamente conectada aos saldos macroeconômicos robustos da gestão, impulsionados pela taxa de desemprego nos menores níveis da série histórica, o aumento do rendimento médio real apurado pelo IBGE e a política permanente de valorização do salário mínimo.
No meu discurso de posse em janeiro de 2023 resgatei, porque foi necessário, um compromisso que já havia assumido e honrado nos primeiros dois mandatos: garantir os preceitos constitucionais do direito a uma vida digna, sem fome.
— Lula (@LulaOficial) July 25, 2026
Os dados revelados pelo Mapa da Fome da ONU nesta…