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O presidente da Câmara é acusado de ter mentido à CPI da Petrobras sobre a existência de contas bancárias fora do país. O processo contra Cunha está perto de completar seis meses, sendo o mais longo da história da Câmara.
O ritmo das adesões ao abaixo-assinado aumentou após a aprovação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara, no domingo (17), quando Cunha foi chamado de "gângster" e "canalha". O peemedebista também é réu no STF, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro.
“Vamos pressioná-lo para escolher o caminho certo, concluir o processo o quanto antes e colocar na presidência da Casa alguém que espelhe melhor o povo brasileiro”, conclama o manifesto.
Corrupção e Lavagem de Dinheiro
Réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por corrupção e lavagem de dinheiro, Eduardo Cunha é acusado de receber propina do “petrolão” por meio de contas não declaradas no exterior. A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) é baseada em delações premiadas e documentos.
Além da ação penal, ele também é alvo de três inquéritos abertos pela Operação Lava Jato no Supremo. O mais recente deles, autorizado pela corte no mês passado, apura a suspeita de que o deputado solicitou e recebeu propina do consórcio formado pela Odebrecht, OAS e Carioca Christiani Nielsen Engenharia, que atuava na obra do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Os valores chegam a R$ 52 milhões.
Defensores da cassação de Cunha o acusam de adotar medidas protelatórias e manobrar no Conselho de Ética para salvar o mandato. O relator da representação e integrantes do colegiado já foram trocados. O processo contra ele foi aceito em março por diferença de um voto. Deputados do PT e partidos aliados acusam a oposição de ter negociado com Cunha a aprovação do impeachment em troca da sua absolvição no Conselho de Ética.
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