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3/9/2021 16:49

Rede Brasil de Marcos Tolentino, com acusações de plágio, já teve ordem judicial para sair do ar por dívida ao Ecad, mas continua transmitindo

Rede Brasil de Marcos Tolentino, com acusações de plágio,  já teve ordem judicial  para sair do ar por dívida ao Ecad, mas continua transmitindo
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3295 visitas - Fonte: DCM

Marcos Tolentino é alvo da CPI da Pandemia como suspeito de ser sócio oculto da FIB Bank. Ele não foi depor na comissão na última quarta (1°) porque alegou estar sofrendo problemas de saúde. Inclusive, apresentou um atestado médico do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.



Só que Omar Aziz não se convenceu do documento e chegou a mandar um recado ao dono da Rede Brasil. “Ele é um fraudador. Dono de um banco que nem é banco. Ele virá para cá nem que seja de maca, mas vai ter que vir”, declarou o presidente da CPI da Pandemia.

A alegação da defesa de Marcos é que ele tem enfrentado “severas sequelas decorrentes de grave acometimento” da Covid. Seu depoimento aconteceria ao lado de um médico e enfermeiro. Só que o empresário afirmou ter passado muito mal na terça (31) e foi levado para a unidade de saúde.

Os advogados do presidente da Rede Brasil levaram cópias das passagens aéreas e dos documentos do hospital. Só que a cúpula da CPI não acreditou muito na história e quer ouvi-lo de qualquer jeito.



Marcos Tolentino e a suspeita

Ele é suspeito de ser o sócio oculto do Fib Bank. A empresa foi dada como garantidora das negociações da vacina Covaxin com o Ministério da Saúde. O empresário é amigo do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros.

O FIB Banks é apontado de ser “um banco que não é banco”. A Precisa Medicamentos antecipou para a empresa R$ 350 mil em relação aos acordos fraudulentos da vacina.



E quem é Marcos Tolentino?

Ele é dono da Rede Brasil, que tem acusações de plágios. O caso mais emblemático foi sobre Power Rangers, em 2014. A produtora da animação afirmou que iria entrar na Justiça para que a atração não fosse levada ao ar.

Em 2020, a Justiça determinou que a emissora saísse do ar por dívida de R$ 400 mil. A empresa devia ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). A decisão foi da juíza Érika Ricci. Porém, o canal segue no ar.



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