10/7/2024 16:54
A assessoria técnica do Ministério do Trabalho apontou várias violações trabalhistas cometidas pelo empresário, incluindo discriminação no ato da contratação e imposição de jornada superior a 44 horas semanais. O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu investigação contra a G4 Educação com base em 20 denúncias.
O MPT determinou a instauração de três inquéritos para investigar possíveis irregularidades trabalhistas. Os inquéritos buscam apurar discriminação na contratação, jornada de trabalho e desvirtuamento de pessoa jurídica. O processo foi instaurado na última terça-feira (2).
O Ministério do Trabalho enfatizou que a Constituição Federal assegura o direito ao descanso semanal remunerado e proíbe práticas discriminatórias no emprego. Além disso, a legislação veda a duração do trabalho superior a oito horas diárias e 44 horas semanais.
A G4 Educação não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta matéria. O espaço segue em aberto para a manifestação da empresa.
Com informações da Fórum
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G4 Educação está sob investigação após CEO admitir discriminação e jornada excessiva
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851 visitas - Fonte: Plantão Brasil
Na semana passada, viralizou um vídeo com uma entrevista do empresário Tallis Gomes, CEO da G4 Educação, onde ele afirma que "não contrata esquerdista" e que nenhuma empresa vai pra frente se não impor uma carga horária de 70 a 80 horas semanais. Gomes disse que "esquerdistas são mimizentos, não trabalham duro e acham que todo mundo deve algo para eles".
Tem tanta coisa neste vídeo que fica até difícil imaginar que ainda exista justiça do trabalho neste país!
— Andrade (@AndradeRNegro2) July 2, 2024
Tallis Gomes, CEO da G4 Educação, diz não contratar esquerdistas, mas acredite: isso é o que há de menos chocante na entrevista. pic.twitter.com/gFxovKic5V
A assessoria técnica do Ministério do Trabalho apontou várias violações trabalhistas cometidas pelo empresário, incluindo discriminação no ato da contratação e imposição de jornada superior a 44 horas semanais. O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu investigação contra a G4 Educação com base em 20 denúncias.
O MPT determinou a instauração de três inquéritos para investigar possíveis irregularidades trabalhistas. Os inquéritos buscam apurar discriminação na contratação, jornada de trabalho e desvirtuamento de pessoa jurídica. O processo foi instaurado na última terça-feira (2).
O Ministério do Trabalho enfatizou que a Constituição Federal assegura o direito ao descanso semanal remunerado e proíbe práticas discriminatórias no emprego. Além disso, a legislação veda a duração do trabalho superior a oito horas diárias e 44 horas semanais.
A G4 Educação não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta matéria. O espaço segue em aberto para a manifestação da empresa.
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