Em evento, Nunes chama Marçal de "lunático" por propostas irreais
Compartilhe
1147 visitas - Fonte: PlantãoBrasil
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou duramente o candidato à prefeitura Pablo Marçal (PRTB) durante um evento neste domingo (8). Sem mencionar Marçal diretamente, Nunes referiu-se a ele como um "lunático" e "marginal", ao comentar propostas que considerou desconectadas da realidade da cidade, como a construção de um prédio com um quilômetro de altura.
"Isso não é um jogo de videogame, não é para pessoas que falam sem conhecer nossa realidade", afirmou Nunes durante o lançamento da campanha do candidato a vereador Silvinho (União Brasil). O prefeito destacou que ideias mirabolantes podem chamar a atenção na internet, especialmente entre os jovens, mas não trazem benefícios concretos para a população.
A disputa pela prefeitura de São Paulo está acirrada. Segundo a última pesquisa Datafolha, Nunes, Marçal e Guilherme Boulos (PSOL) estão tecnicamente empatados, com 22% a 23% das intenções de voto cada um. O cenário indica uma eleição competitiva, com os candidatos intensificando suas campanhas e discursos.
Com informações do Brasil247
Plantão Brasil foi criado e idealizado por THIAGO DOS REIS. Apoie-nos (e contacte-nos) via PIX: apoie@plantaobrasil.net
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.
O Plantão Brasil é um site independente. Se você quer ajudar na luta contra o golpismo e por um Brasil melhor, compartilhe com seus amigos e em grupos de Facebook e WhatsApp. Quanto mais gente tiver acesso às informações, menos poder terá a manipulação da mídia golpista.
Notícias mais lidas
Cerco se fecha no TSE! Justiça eleitoral investiga rede ilegal de "collabs" e vendas clandestinas de Flávio Bolsonaro
Polícia Federal encontra acerto de R$ 427 milhões ligado a Kassio Nunes para liberar bilhões a Vorcaro
Coligação de Lula exige inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por máfia de "collabs" e propaganda ilegal
