Barbárie imperialista: Maduro e Cilia Flores chegam feridos aos EUA após sequestro violento
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10495 visitas - Fonte: Plantão Brasil
Os detalhes da operação criminosa liderada por Donald Trump contra a soberania da Venezuela revelam um cenário de horror e desrespeito absoluto aos direitos humanos. Segundo o ministro Diosdado Cabello, a invasão militar que resultou no sequestro de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores na madrugada de 3 de janeiro foi marcada por um massacre: cerca de 100 pessoas foram assassinadas e outras centenas ficaram feridas sob os bombardeios e confrontos provocados pelas tropas de elite dos Estados Unidos em Caracas.
O casal presidencial não escapou da violência dos invasores. Cilia Flores foi atingida na cabeça e sofreu golpes pelo corpo, aparecendo no tribunal federal de Manhattan com curativos visíveis e inchaço no rosto. Nicolás Maduro também sofreu lesões na perna durante a captura. Enquanto as fontes oficiais de Washington tentam emplacar uma narrativa cínica de que os ferimentos foram acidentais — alegando que o casal teria "colidido com paredes" enquanto buscava abrigo —, a defesa das vítimas denuncia a gravidade das agressões sofridas durante a incursão das forças especiais norte-americanas.
Em um tribunal de fachada em Nova York, Maduro e Cilia Flores reafirmaram sua inocência e negaram as acusações fabricadas de narcotráfico, utilizadas pelos EUA como pretexto para o saque da soberania venezuelana. O advogado de Cilia, Mark Donnelly, solicitou exames urgentes por suspeita de fraturas graves nas costelas e outros ferimentos significativos. A imagem do casal presidencial ferido diante de um juiz estrangeiro é o símbolo máximo da pirataria internacional praticada pelo regime Trump, que ignora as leis globais para impor sua vontade pela força bruta.
A comunidade internacional observa com perplexidade o silêncio de organismos que deveriam proteger os direitos humanos diante de um sequestro de Estado seguido de agressão física contra líderes eleitos. O advogado de Maduro, Barry Pollack, alertou que o presidente deposto enfrenta problemas de saúde que exigem atenção médica imediata na custódia americana. O episódio, que misturou bombardeios aéreos e violência direta contra civis e autoridades, coloca os Estados Unidos na posição de um Estado agressor que utiliza tribunais de Manhattan para validar crimes de guerra cometidos em solo sul-americano.
A resistência contra essa intervenção imperialista cresce à medida que os relatos das vítimas vêm à tona. O massacre de 100 venezuelanos durante a captura de Maduro é uma mancha indelével na história recente, provando que a extrema-direita global não hesita em utilizar o derramamento de sangue para atingir seus objetivos geopolíticos. A apresentação de Cilia Flores ferida em um tribunal é uma afronta à dignidade de todas as mulheres e de todos os povos que lutam pela autodeterminação, expondo a face cruel da política externa de Trump.
Sob a égide da "lei do mais forte", os Estados Unidos mantêm Maduro e Flores em cativeiro, transformando a justiça americana em um instrumento de perseguição política. A luta agora é para garantir que a verdade sobre o massacre em Caracas não seja sufocada pela propaganda de guerra de Washington e para que os cuidados médicos negados no momento do ataque sejam finalmente prestados sob supervisão internacional, evitando que o sequestro se transforme em uma execução lenta sob a guarda de seus captores.
Com informações da Fórum
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