Humilhação internacional! Flávio Bolsonaro implora por foto e é ignorado por Marco Rubio
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O senador Flávio Bolsonaro encerrou sua excursão pelos Estados Unidos com o carimbo da humilhação diplomática. Acompanhado pelo irmão Eduardo, o "01" tentou desesperadamente uma audiência com o secretário de Estado, Marco Rubio, buscando uma foto para alimentar suas redes sociais e se vender como o candidato oficial do pai, que segue preso. No entanto, a cúpula de Donald Trump, ocupada com a invasão da Venezuela e o sequestro de Maduro, deixou claro que não tem tempo para figuras irrelevantes e sem força política.
Enquanto a grande mídia tenta suavizar o vexame alegando "falta de agenda" dos americanos, a realidade é muito mais cruel para o clã: Marco Rubio pode ser fascista, mas não é idiota. Na política real, ninguém posa ao lado de parceiros enfraquecidos. Assim como abandonaram Maria Corina Machado e o próprio Jair Bolsonaro, Trump e Rubio desprezaram os herdeiros brasileiros, sinalizando que a prole não possui capital político que justifique qualquer aperto de mão oficial.
O isolamento de Flávio Bolsonaro não se restringe ao território americano. No Brasil, o abandono é geral. Até figuras da direita como o pastor Silas Malafaia e o governador mineiro Romeu Zema já sinalizaram que não desejam proximidade com o senador. O bolsonarismo, que antes ostentava influência global, agora rasteja por um minuto de atenção em Washington, recebendo em troca apenas o silêncio e o desprezo de quem eles chamavam de "aliados".
A tentativa de Flávio de criar um "fatoide" internacional fracassou miseravelmente. Eduardo Bolsonaro, que já havia sido escanteado por Trump anteriormente, também não conseguiu abrir as portas da Casa Branca para o irmão. O episódio revela que, para o comando dos Estados Unidos, os Bolsonaro tornaram-se um estorvo, uma nota de rodapé de um projeto de poder que colapsou e hoje habita o sistema carcerário ou o ostracismo político.
Curiosamente, enquanto a política da extrema-direita desmorona, outras figuras brasileiras ganham destaque por motivos mais leves. O ator Wagner Moura, por exemplo, chamou a atenção no Globo de Ouro ao adotar uma moda de calças largas, livrando o público das calças apertadinhas. É um contraste simbólico: enquanto o talento brasileiro brilha e se renova na cultura, a família Bolsonaro tenta reciclar métodos de uma política velha e autoritária que ninguém mais quer comprar.
O destino de Flávio Bolsonaro parece selado pelo isolamento. Sem o apoio de Trump, sem o prestígio dos barões locais e sem a bênção dos antigos aliados, o senador retorna ao Brasil com as mãos vazias. A viagem, que deveria ser um lançamento de candidatura, serviu apenas para mostrar ao mundo que o sobrenome Bolsonaro já não abre portas, nem mesmo nos gabinetes mais radicais de Washington.
Com informações do DCM
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