Irã pode paralisar economia global e explodir preço do petróleo se for atacado por Trump
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1741 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A sanha intervencionista de Donald Trump agora aponta suas baterias para o Oriente Médio, repetindo o roteiro de agressão visto na Venezuela. Com uma armada que o próprio Trump jacta-se de ser "maior que a da Venezuela", os EUA cercam o Irã com o porta-aviões USS Abraham Lincoln e sistemas de defesa THAAD. A tática de Washington é clara: sufocar soberanias nacionais através da intimidação bélica e do cerco militar, utilizando bases espalhadas por países como Bahrein e Kuwait para projetar um poder imperialista que desestabiliza a paz mundial.
Em Teerã, a resposta popular é de resistência, com painéis públicos alertando que "quem semeia vento colhe tempestade". O temor de um sequestro do Aiatolá Khamenei, nos moldes do que a extrema-direita americana fez com Nicolás Maduro, colocou as forças de defesa iranianas em alerta máximo. O uso de "armas sônicas" — tecnologias de guerra que causam hemorragias internas e incapacitação sem disparos convencionais — foi denunciado por sobreviventes na Venezuela e é visto como um laboratório de horrores que Trump pretende expandir para o Irã.
A arrogância de Trump, no entanto, pode levar a uma catástrofe econômica sem precedentes para o próprio povo estadunidense. Diante da superioridade aérea dos EUA, a cartada estratégica do Irã é o fechamento do Estreito de Ormuz. Por essa passagem de apenas 33 quilômetros circula mais de 30% do petróleo mundial. Um bloqueio iraniano, seja por minas ou afundamento de navios, faria o preço do barril disparar imediatamente, provando que o unilateralismo de Washington tem um custo altíssimo que será pago pelos trabalhadores em todo o planeta.
No campo religioso e político, a ameaça de Trump contra o líder supremo iraniano despertou a fúria do mundo xiita. Lideranças no Líbano já declararam que qualquer dano a Khamenei será interpretado como uma declaração de guerra contra 250 milhões de fiéis ao redor do globo. Essa "Guerra Santa" é a resposta desesperada de povos que não aceitam mais serem tutelados por Washington. Enquanto o governo Lula defende o diálogo e o multilateralismo, a gestão Trump prefere a política do "porrete", ignorando que o mundo de hoje não aceita mais a lei do mais forte.
Países vizinhos como Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes já sinalizaram que não permitirão o uso de seus espaços aéreos para ataques, evidenciando o isolamento diplomático da postura beligerante de Trump. O Catar, inclusive, mantém parcerias estratégicas de gás natural com o Irã, mostrando que a integração regional é o caminho para a prosperidade, ao contrário do conflito insuflado pela Casa Branca. A resistência iraniana se baseia na sobrevivência de sua cultura e autonomia, recusando-se a ser mais uma vítima da engrenagem de guerra americana.

O cenário atual é um reflexo da intolerância da extrema-direita que tenta dominar o mundo pela força da arma e do medo. O teste de armas secretas em soldados venezuelanos e cubanos revela o caráter desumano das novas táticas de Trump, que trata seres humanos como cobaias de laboratório. O Irã, com sua história de milênios, não será uma presa fácil, e qualquer tentativa de "discombobulação" ou sequestro político pode incendiar o Oriente Médio de forma irreversível, destruindo a pouca estabilidade que ainda resta na ordem internacional.
Com informações da Fórum
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