Fim da linha: empresária golpista foragida na Argentina é presa ao tentar tirar RG no Paraná
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7121 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A casa caiu para mais uma golpista que acreditava estar acima da lei. A empresária mato-grossense Rosemar Dellalibera, de 54 anos, foi capturada pela Polícia Civil na última segunda-feira, em Cascavel, no Paraná, após passar quase dois anos fugindo das responsabilidades pelos atos terroristas de 8 de janeiro. A "patriota" de ocasião, que rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para a Argentina como uma criminosa comum, foi desmascarada ao tentar emitir um novo RG, provando que a justiça brasileira, sob a firme condução do ministro Alexandre de Moraes, não esquece quem atentou contra a nossa democracia.
Rosemar, que vivia de forma itinerante no exterior para escapar da justiça, agora está devidamente custodiada na Cadeia Pública de Cascavel. Mesmo após ter recebido o benefício da liberdade provisória em março de 2023, ela preferiu o caminho da clandestinidade ao descobrir que responderia por cinco crimes graves. Em audiência de custódia realizada por videoconferência com o gabinete de Moraes, a prisão preventiva foi mantida, reafirmando que o tempo de impunidade para os financiadores e executores do golpe acabou.
Enquanto esteve foragida, a empresária tentou construir uma narrativa fantasiosa de "perseguição política", chegando a dar entrevistas em que se dizia "asilada" e vítima de "sequestro" no QG do Exército. Com o cinismo típico do bolsonarismo radical, ela descreveu o centro de detenção como um "cenário de guerra", ignorando o rastro de destruição que ela e seus comparsas deixaram na Praça dos Três Poderes. Para Rosemar, ser obrigada a cumprir a lei após destruir o patrimônio público é uma "violação de direitos".
A captura de Rosemar Dellalibera é um balde de água fria nos golpistas que ainda buscam refúgio em países vizinhos. Ela afirmou que sua "única arma era a bandeira", mas a justiça sabe que o movimento do qual ela participou buscava o colapso das instituições brasileiras. Ao abandonar "tudo para trás" para viver como foragida, ela apenas adiou o inevitável encontro com o banco dos réus. Agora, sem tornozeleira para quebrar, ela terá tempo de sobra para refletir sobre seus atos na prisão.
Diferente do governo anterior, que incentivava o desrespeito às ordens judiciais, o Brasil de hoje demonstra que as instituições são sólidas e eficientes. A Polícia Civil do Paraná agiu com precisão ao identificar o mandado de prisão preventiva expedido pelo STF. O caso de Rosemar serve de exemplo para os demais foragidos: não adianta mudar de país ou tentar documentos novos; a rede de proteção à democracia brasileira é global e implacável contra o terrorismo doméstico.
Com a prisão desta empresária, o STF avança mais um passo na responsabilização de quem financiou e incentivou o caos. A narrativa de "presa política" não encontra eco nos fatos, apenas no submundo das fake news bolsonaristas. Rosemar agora responderá pelos cinco crimes de que é acusada dentro do sistema penitenciário, como determina a lei para quem trai a confiança da justiça e foge do país. O Brasil segue firme no caminho da reconstrução, limpando as manchas deixadas pelo golpismo.
Com informações do DCM
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