Economia brasileira respira com queda do dólar a R$ 5,16 e revisão do PIB para cima
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1323 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O Brasil colhe os frutos de uma gestão econômica séria, vendo o dólar encerrar esta segunda-feira (23) com uma queda de 0,14%, cotado a R$ 5,1685. Este é o menor patamar da moeda norte-americana desde maio de 2024, consolidando um cenário de estabilidade que a oposição tenta ignorar. Enquanto o Ibovespa já acumula uma valorização impressionante de 18,25% apenas em 2026, o dólar segue o caminho inverso, registrando uma desvalorização de quase 6% no ano, provando que a confiança no país retornou.
Reforçando as boas notícias para o bolso do trabalhador, o Boletim Focus trouxe a sétima redução consecutiva na projeção da inflação para 2026, que caiu para 3,91%. Além disso, a previsão para a taxa básica de juros (Selic) também recuou, enquanto a expectativa de crescimento do PIB brasileiro foi elevada. Esse movimento mostra que, ao contrário do desastroso governo anterior marcado pelo bolsonarismo, o Brasil agora trilha um caminho de indicadores reais positivos e controle de preços.
No cenário internacional, o autoritarismo de Donald Trump sofreu um revés histórico. A Suprema Corte dos Estados Unidos, por 6 votos a 3, derrubou o chamado "tarifaço" do republicano, entendendo que ele não pode impor taxas de forma unilateral sem autorização clara do Congresso. O presidente da Corte, John Roberts, impôs um limite às pretensões de Trump, que, em resposta, tentou manobrar a legislação para aplicar um adicional global de 15%, mantendo taxas abusivas de 50% sobre o aço e o alumínio brasileiros.
A incerteza gerada pelas trapalhadas comerciais de Trump fez Wall Street operar em queda, contagiando também as principais bolsas europeias como o DAX e o CAC 40. No entanto, o mercado brasileiro demonstrou resiliência diante da instabilidade externa. O recuo global das bolsas centrais reflete o receio de novas barreiras protecionistas que o líder republicano insiste em manter, mesmo após a derrota judicial que invalidou sua Lei de Poderes Econômicos de Emergência.
Especialistas apontam que a decisão da Corte americana protege, momentaneamente, o comércio global contra decisões impulsivas, embora produtos brasileiros ainda enfrentem barreiras pesadas. No Brasil, o foco permanece no avanço dos índices domésticos, com o mercado financeiro ajustando suas planilhas para um cenário de juros menores e economia mais aquecida. O contraste com o período de incertezas e crises fabricadas pela extrema direita é evidente em cada número divulgado.
Enquanto a Ásia apresentou resultados mistos, com destaque para a alta de 2,5% em Hong Kong, o Brasil se firma como um destino seguro para investimentos. A combinação de queda sistemática da inflação, valorização da bolsa e recuo do dólar desenha um 2026 de reconstrução e crescimento, deixando para trás o rastro de destruição deixado pela família Bolsonaro e seus aliados, que apostavam no caos econômico.
Com informações do DCM
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