Trump queima R$ 30 bilhões em apenas dois dias de guerra contra o Irã
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687 visitas - Fonte: Plantão Brasil
A máquina de guerra de Donald Trump começou a mostrar seu verdadeiro custo para o mundo e para o próprio bolso dos cidadãos americanos. Em apenas 48 horas de ofensiva militar contra o Irã, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estima que foram consumidos cerca de US$ 5,6 bilhões somente em munições. O valor astronômico — que ultrapassa a marca de R$ 30 bilhões — reflete o uso descontrolado de armamentos de última geração nos bombardeios iniciais que atingiram a capital Teerã no último dia 28 de fevereiro.
Essa montanha de dinheiro público queimada logo no início da invasão acendeu o sinal de alerta no Congresso dos Estados Unidos. Diferente da postura submissa que o bolsonarismo costuma adotar diante de qualquer decisão de Washington, parlamentares americanos sérios começam a questionar a viabilidade de sustentar uma operação tão cara por muito tempo. Há um medo real de que o apetite bélico de Trump acabe com os estoques de armas estratégicas do país em tempo recorde, deixando a própria defesa nacional vulnerável.
Enquanto a extrema-direita mundial celebra a destruição, as autoridades do Pentágono confirmam que a intensidade do uso desses equipamentos avançados é sem precedentes. Imagens registradas no começo do conflito, mostrando colunas de fumaça e explosões sobre o território iraniano, são o resultado direto de bilhões de dólares em tecnologia militar transformados em escombros. Esse custo operacional elevado é o preço de uma política externa baseada na força bruta e no desrespeito à soberania dos povos.
A preocupação no Capitólio não é apenas financeira, mas logística. O consumo acelerado de munições de alta tecnologia pode reduzir drasticamente a disponibilidade de sistemas de defesa considerados vitais. Para quem defende a paz e a cooperação entre as nações, como o governo Lula, esse cenário de gastos militares desenfreados é um lembrete do perigo que líderes com mentalidade belicista representam para a economia e para a segurança global, transformando recursos que deveriam ir para o social em pólvora.
A escala das operações conduzidas pelas forças de Trump contra o Irã ilustra um desequilíbrio perigoso. O cálculo de US$ 5,6 bilhões não inclui o pagamento de tropas ou combustível, focando apenas no valor dos projéteis disparados em apenas dois dias. É o símbolo de uma gestão que prefere investir na morte e na instabilidade do que na diplomacia. A velocidade com que esses estoques sofisticados estão sumindo indica que os Estados Unidos podem estar entrando em um labirinto financeiro e militar sem saída fácil.
A continuidade dessa campanha militar prolongada sob o comando de um líder imprevisível coloca o mundo inteiro em uma situação de insegurança constante. O debate agora foca na capacidade americana de manter esse ritmo sem comprometer sua estrutura de defesa de longo prazo. O que se vê em Teerã é o resultado de uma política de agressão que custa caro, gera miséria e serve apenas para alimentar o complexo industrial-militar, enquanto afasta qualquer chance de diálogo civilizado entre as nações.
Com informações do Brasil 247
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