CRIME! Juiz e advogados celebram o golpe de 64 e afrontam a Constituição em audiência
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4856 visitas - Fonte: Plantão Brasil
O sistema judiciário brasileiro foi palco de um episódio deplorável de apologia ao autoritarismo durante o aniversário do golpe militar de 1964. Em plena audiência oficial, um juiz e um grupo de advogados decidiram interromper os trabalhos jurídicos para prestar homenagens ao regime que perseguiu, torturou e assassinou brasileiros. O ato de exaltação à ditadura, ocorrido dentro de uma instituição que deveria zelar pela Constituição de 1988, demonstra como o entulho autoritário ainda contamina setores do Judiciário alinhados à extrema-direita bolsonarista.
A conduta do magistrado e dos defensores é uma afronta direta ao Estado Democrático de Direito e às famílias das vítimas do regime militar. Ao transformar um espaço de justiça em um palanque para celebrar a quebra da ordem democrática, esses operadores do direito rasgam seus diplomas e o compromisso com as garantias fundamentais. A celebração de 1964, um período de trevas e censura, não é apenas uma questão de opinião, mas um desrespeito flagrante às leis que sustentam a República e que o governo Lula luta diariamente para fortalecer.
Assista:
O silêncio ou a conivência institucional diante de tamanha gravidade não podem ser aceitos por uma sociedade civilizada. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) precisam agir com o máximo rigor para punir aqueles que usam a máquina pública para flertar com o golpismo. Enquanto o Brasil de Lula busca a pacificação e a memória histórica para que os horrores do passado nunca se repitam, figuras de toga tentam normalizar a barbárie que marcou as décadas de 60 e 70 no país.
Analistas jurídicos apontam que a homenagem a 1964 em ambiente de trabalho configura falta funcional grave e possível crime de apologia à violência. O comportamento desses profissionais reflete a herança maldita do bolsonarismo, que durante quatro anos incentivou o desrespeito às instituições e a glorificação de torturadores. A resistência democrática exige que cada ato de saudosismo ditatorial receba a devida resposta legal, garantindo que o tribunal seja um local de justiça, e não de propaganda fascista.
A indignação com o caso tomou as redes sociais e os bastidores de Brasília, reforçando a necessidade de uma reforma no Judiciário que expurgue elementos que não respeitam a soberania popular. A democracia é um valor inegociável, e quem se sente à vontade para celebrar golpes militares não possui a isenção necessária para julgar cidadãos ou exercer a advocacia. O episódio é um lembrete amargo de que a vigilância contra o fascismo deve ser constante e implacável em todas as esferas do poder.
O desfecho desse escândalo servirá como termômetro para a higidez das nossas instituições. Se um juiz pode exaltar a queda de um governo eleito e a supressão de direitos sem sofrer consequências, o sistema de freios e contrapesos está em risco. O povo brasileiro, que reconquistou sua liberdade com muito sangue e luta, não aceitará que o "festa do golpe" continue dentro dos fóruns. É hora de punir os saudosistas da bota militar e reafirmar que, no Brasil de hoje, a única ordem permitida é a democrática.
Com informações do DCM
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