Trump exige US$ 1,5 trilhão para guerra e corta ajuda aos pobres nos EUA
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O governo de Donald Trump escancarou suas prioridades ao enviar ao Congresso um pedido orçamentário astronômico de US$ 1,5 trilhão destinado exclusivamente ao setor de defesa e ao complexo industrial militar. Enquanto despeja uma fortuna em armas e tecnologias de guerra, o republicano promove um massacre nos investimentos básicos, propondo cortes severos em programas sociais, saúde pública e educação. Essa política de "canhões em vez de pão" revela o rosto mais cruel do autoritarismo de direita, que prefere financiar a destruição global e o lucro de fabricantes de armamentos a garantir a dignidade mínima para a população mais pobre dos Estados Unidos.
A justificativa de Trump para esse gasto bilionário foca na suposta necessidade de modernizar o arsenal nuclear e enfrentar ameaças no Oriente Médio, especialmente contra o Irã. No entanto, o custo humano dessa escolha é imediato: milhões de estadunidenses perderão acesso a subsídios alimentares e assistência médica para que o Pentágono possa sustentar suas aventuras imperialistas. Essa estratégia de asfixiar o bem-estar social para inflar o poderio militar é uma marca registrada de governos que desprezam a vida humana e utilizam o medo como ferramenta de controle político e dominação econômica.
No Brasil, o governo Lula trilha o caminho oposto, provando que é possível governar com responsabilidade fiscal sem abandonar o compromisso sagrado com o combate à fome. Enquanto Trump corta direitos, a reconstrução brasileira foca em colocar o pobre no orçamento, fortalecendo o SUS e o Bolsa Família. A comparação entre os dois modelos é inevitável: de um lado, a barbárie bolsonarista internacional que idolatra armas; do outro, o humanismo de Lula que entende que a verdadeira segurança nacional nasce da justiça social e de um povo alimentado e educado.
A obsessão de Trump por um orçamento de guerra também serve para alimentar as tensões em regiões estratégicas como o Estreito de Ormuz, onde qualquer faísca pode gerar uma crise energética global. Ao priorizar mísseis sobre programas de habitação e clima, o governo dos EUA isola-se diplomaticamente, sendo criticado até por aliados que veem nessa movimentação um risco desnecessário à paz mundial. A "arrogância imperialista" do clã Trump ignora que um país forte se constrói com infraestrutura social e não apenas com ogivas, algo que o eleitor americano começa a perceber diante do aumento da desigualdade.
A prole de Bolsonaro e seus seguidores no Brasil, que sempre prestaram vassalagem a Trump, assistem em silêncio ao desmonte das redes de proteção social nos EUA, pois compartilham da mesma ideologia que odeia o investimento público em pessoas. O projeto da extrema direita global é idêntico em qualquer lugar do mundo: favorecer as elites financeiras e militares enquanto retira o Estado das áreas essenciais. A resistência a esse modelo exige uma voz firme em defesa do multilateralismo e da paz, valores que o Brasil de Lula recuperou após os anos de submissão vergonhosa à cartilha de Washington.
A reconstrução de um mundo justo passa pela denúncia desses orçamentos bilionários que visam apenas a morte. O Papa Leão I já alertou que a economia que mata não pode ser aceita, e o clamor por um cessar-fogo global esbarra justamente nos trilhões de dólares que Trump quer garantir para a indústria bélica. O futuro da humanidade depende de líderes que tenham a coragem de desviar o dinheiro da guerra para o desenvolvimento sustentável. O Brasil seguirá sendo o contraponto democrático e humano a essa lógica de extermínio, mostrando que a paz é o melhor investimento que uma nação pode fazer.
Com informações do DCM
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