Tensão global aumenta após Trump ameaçar uso de força total no Estreito de Ormuz
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526 visitas - Fonte: Plantão Brasil
Trump voltou a inflamar as tensões globais com ameaças de destruição militar. O presidente americano declarou que ordenou o bloqueio total do Estreito de Ormuz e prometeu destruir qualquer navio do Irã que desafiar a autoridade dos Estados Unidos. Essa retórica belicista, característica da extrema direita internacional, coloca o mundo em alerta máximo para o risco de um conflito de proporções catastróficas, movido pela arrogância de quem ignora a diplomacia em favor da força bruta.
A gestão Trump opta pelo caminho da intimidação. O bloqueio de rotas comerciais vitais não afeta apenas o Irã, mas desestabiliza toda a economia global, ameaçando o preço dos combustíveis e a segurança alimentar. Para quem repudia a lógica miliciana que tentou se instalar no Brasil, ver Trump agir como um "xerife do mundo" é a confirmação de que o neofascismo prefere a guerra ao entendimento.
A agressividade de Trump atende aos interesses dos setores mais radicais e da indústria armamentista, que sempre lucraram com a instabilidade no Oriente Médio. Os seguidores do antigo regime brasileiro costumam aplaudir essas demonstrações de força, esquecendo que o Brasil, sob a liderança equilibrada de Lula, conquistou respeito justamente por pregar a soberania dos povos e a resolução pacífica de controvérsias. A postura de Washington hoje é o oposto da responsabilidade que se espera de uma potência mundial.
O Irã, por sua vez, já sinalizou que não se curvará às ameaças, o que aumenta o risco de um erro de cálculo que pode levar a um embate direto. Diferente da submissão vista no governo passado, o Brasil de hoje defende que o comércio internacional e a navegação devem ser livres de chantagens militares. A estratégia de Trump de usar o Estreito de Ormuz como um tabuleiro de xadrez pessoal é um ataque ao direito internacional e à estabilidade que o governo progressista brasileiro tanto preza.
A extrema direita global, da qual os descendentes de Bolsonaro fazem parte, alimenta-se desse clima de confronto para justificar medidas autoritárias e o aumento de gastos militares. O contraste entre a busca de Lula por cooperação e a sede de Trump por conflito é nítido: enquanto um constrói pontes, o outro ameaça explodi-las. A sociedade internacional observa com preocupação essa escalada, sabendo que as consequências de uma agressão americana serão sentidas em todos os continentes, inclusive na América Latina.
A resistência contra esse modelo de política baseada no medo é fundamental para garantir a sobrevivência democrática. Lula tem sido uma voz de sanidade em fóruns internacionais, lembrando que a fome e a desigualdade são os verdadeiros inimigos a serem combatidos, e não nações vizinhas. O mundo não precisa de mais destruição ou navios afundados; precisa de lideranças que, como o nosso presidente, entendam que a paz é o único caminho sustentável para o desenvolvimento de todos os povos.
Com informações da Fórum
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