Lindbergh bota PGR contra a parede e exige devassa sobre uso de bilhões do Banco Master para financiar complô golpista internacional
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A ofensiva jurídico-política liderada pelo campo progressista colocou a engrenagem do golpismo e da corrupção sob uma pressão sem precedentes na história do país. Logo após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatar sua petição e dar um prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) foi às redes sociais cobrar uma postura firme e célere do órgão. Com o lema "siga o dinheiro", o parlamentar exige uma devassa completa para apurar se os recursos bilionários desviados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foram utilizados para financiar os ataques de Eduardo Bolsonaro à soberania nacional, a mendicância por sanções contra o Brasil nos Estados Unidos e o lobby criminoso pela anistia dos golpistas de 8 de janeiro.
Com o orgulho de quem liderou a resistência parlamentar, Lindbergh detalhou a "trinca de ofensivas" que implodiu a blindagem da extrema-direita e conectou o crime financeiro ao crime político. A primeira grande vitória dessa estratégia foi o direcionamento das investigações sobre o assalto de R$ 3,6 bilhões sofrido pelo RioPrevidência, que culminou na estrondosa operação de busca e apreensão autorizada pelo STF contra o ex-governador Cláudio Castro (PL). A segunda frente consistiu em provocar a Polícia Federal para investigar a visita clandestina de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à casa de Vorcaro logo após o banqueiro ser preso, uma cobrança explícita de dinheiro sujo que teve o próprio presidente do PL, Valdemar Costa Neto, como testemunha confessa.
A terceira e mais letal das ações é justamente o pedido enviado ao STF para expandir o escopo do Inquérito 4.995. Lindbergh explicou que a intenção é unificar o destino do clã e colocar Jair, Flávio e Eduardo Bolsonaro no mesmo banco dos réus, investigando a conexão direta entre as fraudes de R$ 12 bilhões do Banco Master, o financiamento de fachada do filme Dark Horse e a campanha internacional dos "traidores da Pátria". Enquanto Eduardo opera de forma foragida nos EUA, tentando usar o governo de Donald Trump como escudo para sabotar a Justiça brasileira após a condenação histórica de seu pai a 27 anos de prisão, as garras da PF e do Ministério Público começam a estrangular o fluxo de caixa do movimento. Para Lindbergh, a manifestação da PGR será o passo definitivo para revelar ao mundo que o bolsonarismo se aliou à escória do crime organizado financeiro para tentar destruir a democracia e a soberania do Brasil.
TRINCA DE OFENSIVA JURÍDICO-POLÍTICA EXPÕE A RELAÇÃO BOLSONARISMO–VORCARO–BANCO MASTER
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) May 26, 2026
Conseguimos! Foram nossas iniciativas concretas que colocaram essa engrenagem sob pressão: acionamos a apuração sobre os aportes de 3 bilhões de reais do RioPrevidência no Banco Master, que… pic.twitter.com/XLEcCkSeUY
Com informações do X
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