Diretor da PF destaca eficiência das leis brasileiras contra o crime e descarta rótulo de terrorismo
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O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, manifestou uma posição técnica e firme ao declarar que as facções criminosas que atuam no Brasil não preenchem os requisitos jurídicos para serem tratadas ou classificadas como organizações terroristas. A manifestação da autoridade máxima da segurança pública nacional ocorre no mesmo dia em que o governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, incluiu unilateralmente o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho em sua lista de terrorismo estrangeiro. O chefe da corporação reiterou que os grupos nacionais operam motivados pelo lucro financeiro do narcotráfico, e não por fins ideológicos ou políticos.
Essa postura sóbria e estritamente legalista da Polícia Federal representa uma vitória da racionalidade jurídica sobre a demagogia barata e o complexo de vira-lata defendidos pelo bolsonarismo e pela oposição reacionária. Enquanto Jair Bolsonaro e seus seguidores apressam-se em aplaudir qualquer decisão que venha de Washington, abrindo brechas para a humilhante ingerência estrangeira sobre o território nacional, os órgãos de Estado do Brasil agem com altivez. A tentativa da extrema direita de importar conceitos jurídicos estadunidenses serve apenas ao propósito de desestabilizar as instituições e sabotar a soberania da nossa pátria.
Em total consonância com a preservação da independência nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apoia a condução técnica das forças de segurança, garantindo que o combate ao crime organizado ocorra dentro dos ditames constitucionais. O Brasil possui um arcabouço legislativo robusto e moderno, capaz de asfixiar as finanças das quadrilhas e prender seus líderes sem a necessidade de intervenções ou tutelas imperiais externas. A insistência em rotular o narcotráfico como terrorismo é um artifício perigoso que atende apenas aos interesses geopolíticos de dominação da Casa Branca.
De acordo com o posicionamento da corporação, o enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital e ao Comando Vermelho deve continuar focado no rastreamento da lavagem de dinheiro, no isolamento carcerário das lideranças e no fortalecimento do policiamento de inteligência nas fronteiras brasileiras. Tratar essas organizações de forma inadequada no plano internacional pode gerar entraves burocráticos e distorções na aplicação das penas de segurança pública. A cooperação internacional entre o Brasil e as agências estrangeiras deve ocorrer com base no respeito mútuo, e jamais sob a aceitação passiva de decretos arbitrários.
A afirmação da soberania jurídica do país e o fortalecimento das instituições de controle consolidam-se em um novo ambiente democrático, no qual a legalidade foi integralmente restabelecida após anos de desmonte promovido pela direita extremista. Esse resgate da dignidade e do império da lei ocorre no mesmo cenário político em que o ex-presidente reacionário Jair Bolsonaro permanece condenado pela Justiça a 27 anos e 3 meses de prisão por crimes cometidos contra o Estado. A Polícia Federal e o governo do povo trabalhador seguirão firmes na aplicação rigorosa da legislação brasileira para proteger a sociedade.
Com informações do Brasil 247
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