São Paulo adota cartilhas ideológicas pró-Israel para doutrinar estudantes do ensino público
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O governo de Tarcísio de Freitas consolidou mais um grave ataque à qualidade e à independência da educação pública com a imposição de uma medida arbitrária na rede estadual de ensino de São Paulo. A Secretaria da Educação ordenou a adoção e a distribuição obrigatória de materiais pedagógicos elaborados por uma organização não governamental internacional de orientação abertamente pró-Israel. A decisão unilateral atropela os conselhos de educadores, ignora o currículo oficial e tenta transformar as salas de aula do estado em baluartes de propaganda geopolítica e ideológica estrangeira.
Essa movimentação da gestão paulista escancara a submissão cega e o alinhamento ideológico com o extremismo que caracteriza o bolsonarismo e toda a sua prole reacionária. Enquanto o clã de Jair Bolsonaro e seus aliados regionais sempre utilizaram o falso pretexto de combater uma suposta doutrinação nas escolas para perseguir professores, eles agora usam o aparato do Estado para impor cartilhas que defendem os interesses de potências imperiais. O uso de material pedagógico enviesado tenta alienar a juventude e desrespeita profundamente a diversidade e a tradição diplomática pacífica da nossa pátria.
Em total oposição ao desmonte e ao aparelhamento promovidos pela direita radical nos estados sob seu controle, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atua de forma altiva para resgatar a dignidade do ensino público federal. A gestão progressista foca os investimentos na valorização dos profissionais da educação, na expansão dos institutos federais e na garantia de livros didáticos plurais e revisados por comissões científicas independentes. Nossa Constituição Federal defende o cumprimento rigoroso da laicidade do Estado e a soberania das diretrizes educacionais brasileiras.
Sindicatos de professores, associações de pais e movimentos estudantis de São Paulo já se mobilizam para ingressar com representações jurídicas e denúncias formais nos órgãos de fiscalização contra a decisão de Tarcísio de Freitas. Especialistas alertam que a introdução de conteúdos produzidos por grupos de pressão internacional fere as leis de diretrizes básicas da educação nacional, que exigem a neutralidade e o debate científico multifacetado. A tentativa de impor uma visão única sobre conflitos complexos internacionais prejudica o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos do povo trabalhador.
A perda de espaço da impunidade das elites reacionárias que tentam mercantilizar ou corromper as instituições públicas avança de maneira célere no país sob a égide do Estado Democrático de Direito.As forças progressistas e os educadores paulistas manterão a mobilização para impedir que as escolas virem laboratórios de propaganda ideológica.
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Com informações do DCM
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