Irã enfrenta bombardeios de Trump e avisa que EUA vão passar por um "verdadeiro inferno"
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2883 visitas - Fonte: PlantãoBrasil
O Oriente Médio está à beira de um conflito generalizado após uma nova e violenta agressão militar promovida pelos Estados Unidos contra a soberania do Irã. Em resposta aos bombardeios ordenados pelo governo de Donald Trump na região estratégica do Estreito de Ormuz, a Marinha do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã quebrou o silêncio e enviou uma forte advertência ao Pentágono. O comando naval iraniano afirmou de forma categórica que as forças navais e terrestres norte-americanas vão passar por um verdadeiro inferno nos próximos dias caso insistam na escalada de provocações contra o território do país persa.
O novo pico de tensão internacional eclodiu depois que o Irã utilizou seu arsenal de mísseis balísticos e drones de alta precisão para atingir oito infraestruturas militares cruciais do exército dos Estados Unidos na região do Golfo Pérsico. O contra-ataque de Teerã foi uma reação direta às investidas de Washington, que justificou seus bombardeios acusando as forças iranianas de interceptar navios cargueiros e petroleiros de bandeiras internacionais. Para os militares do país asiático, os disparos aleatórios efetuados pelas forças de potências ocidentais na área de Sirik demonstram o desespero de Washington e não anulam o controle geopolítico e legítimo que o Irã exerce sobre aquela rota marítima.
A escalada bélica resultou no rompimento prático do frágil cessar-fogo que havia sido estabelecido recentemente por meio do memorando de Islamabad, que buscava pacificar a navegação comercial na área. Teerã acusa formalmente os Estados Unidos de violarem os termos do acordo internacional ao acionar caças da Força Aérea e da Marinha para alvejar depósitos, radares e sistemas de comunicação na costa iraniana. As explosões provocadas pelo ataque imperialista foram ouvidas e sentidas pela população civil nas zonas litorâneas de Taheriyeh e na ilha de Qeshm, gerando pânico e destruição.
O Comando Central dos Estados Unidos alegou que a ofensiva destrutiva teve o objetivo de paralisar as capacidades de monitoramento do exército iraniano, sob o pretexto de proteger os navios mercantes Ever Lovely e Kiku de supostas ameaças locais. Contudo, a truculência da resposta norte-americana acabou gerando o efeito oposto, inflamando o nacionalismo iraniano e consolidando a união das forças de resistência do Oriente Médio contra a interferência externa. As autoridades de Teerã prometeram manter uma reação rápida, cirúrgica e decisiva contra qualquer nova tentativa de violação de suas fronteiras.
O agravamento do conflito coloca em risco a principal artéria de abastecimento de energia do planeta, uma vez que pelo Estreito de Ormuz transita quase um quarto de todo o petróleo consumido mundialmente. Enquanto o governo Trump tenta impor o medo por meio da força bruta e da reativação de sanções unilaterais sufocantes, a Guarda Revolucionária Islâmica sinaliza que não recuará diante do poderio do Ocidente. A comunidade internacional acompanha o desenrolar dos fatos com extrema preocupação, ciente de que a arrogância da estratégia militar de Washington pode arrastar o planeta para uma crise de proporções imprevisíveis no mercado de combustíveis e na estabilidade global.
Com informações da RT Brasil
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