Flávio Bolsonaro corre para os EUA, oferece o Pix de joelhos a Trump e rifa a soberania do Brasil em troca de apoio político
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Em um dos episódios mais vergonhosos e escandalosos da história da diplomacia paralela brasileira, o senador e pré-candidato à Presidência da República pela extrema-direita, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), desembarcou nos Estados Unidos neste domingo (5) em uma agenda que assume contornos nítidos de lesa-pátria. Na próxima terça-feira (7), o parlamentar participará de uma audiência pública na qual a Casa Branca discute a imposição de uma tarifa destrutiva de 25% sobre os produtos manufaturados brasileiros. O requinte de perversidade reside no fato de que o próprio "01" atuou ativamente nos bastidores de Washington para incentivar as sanções contra a economia nacional, usando o sofrimento dos trabalhadores brasileiros como moeda de troca eleitoral para tentar desgastar o governo popular.
Disfarçando o oportunismo com uma falsa capa de mediação, Flávio enviou um documento de submissão humilhante e explícita ao governo de Donald Trump. Na carta, o senador implora para que o império norte-americano adie o anúncio do tarifaço punitivo para depois das eleições presidenciais de outubro, temendo o impacto eleitoral negativo de sua sabotagem econômica. Para convencer os xerifes de Washington, o herdeiro do bolsonarismo colocou a soberania nacional em liquidação, assumindo o compromisso bizarro de impedir a integração do Pix a sistemas internacionais de pagamento fora do eixo ocidental — atacando frontalmente a autonomia do Banco Central brasileiro — e prometendo desonerar o setor de cartões de crédito para transferir bilhões em lucros para grandes corporações financeiras dos EUA.
Para agravar o cenário de vassalagem colonial, a cartilha entreguista de Flávio Bolsonaro propõe a destruição do Mercosul em favor de acordos bilaterais assimétricos que transformariam o Brasil novamente em um quintal agrário subordinado aos interesses da Casa Branca. Toda essa movimentação rasteira ocorre no exato momento em que o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) recomendou formalmente a taxa de 25% justamente após as visitas conspiratórias que o senador realizou ao solo norte-americano. Enquanto o clã Bolsonaro oferece o patrimônio do povo de joelhos aos estrangeiros, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva age de forma altiva, soberana e patriótica, mantendo negociações firmes e técnicas com o representante comercial Jamieson Greer para defender a indústria brasileira, blindar as exportações e sepultar a sabotagem promovida pelos entreguistas da extrema-direita.
Com informações do Brasil247
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