Campinas e Vigário Geral; “rolezinho” e “arrastão”. O filme é antigo
Compartilhe
1505 visitas - Fonte: Tijolaço
Acompanhei, desde o início, os chocantes massacres da Candelária e de Vigário Geral, nos anos 90.
Como este de Campinas, agora, uma ação de policiais “vingando” a morte de colegas.
E apostando na imobilidade da Lei e do Poder Público.
No caso de Campinas, deferentemente do que ocorreu no Rio, houve uma aparente reação de grupos próximos ao crime, depredando ônibus.
Outro episódio policial mobiliza São Paulo.
O “rolezinho”.
Não são criminosos, é obvio, embora possa haver um ou outro que, em meio à agitação, furte.
Em bairro pobre, então, preventivamente, pau neles.
De novo, igual a cena que vivi no Rio, um ano antes de Vigário Geral.
O “arrastão”…
Dezenas de jovens negros e mulatos andando ou correndo na praia do Arpoador.
Sem camisa, como se fica na praia.
É o horror.
Ainda bem que os black blocs, agora, distribuem coelhinhos da Mônica no Natal.
Quem já viu e vê, agora, de longe, estas cenas, não pode deixar de ter a impressão de um “dejà-vu”.
Não é política?
Pouco importa que não seja.
Torna-se.
Produzem-se imagens.
O poder do foco transforma dez em multidão.
Arruaça em rebelião.
De “ão” em “ão”, chegam ao que querem.
À eleição.
Follow @ThiagoResiste
APOIE O PLANTÃO BRASIL - Clique aqui!
Se você quer ajudar na luta contra Bolsonaro e a direita fascista, inscreva-se no canal do Plantão Brasil no YouTube.
O Plantão Brasil é um site independente. Se você quer ajudar na luta contra o golpismo e por um Brasil melhor, compartilhe com seus amigos e em grupos de Facebook e WhatsApp. Quanto mais gente tiver acesso às informações, menos poder terá a manipulação da mídia golpista.
Notícias mais lidas
Pesquisa Quaest mostra Flávio à frente de Lula e Thiago dos Reis aponta coincidência com reunião em Brasília
BALDE DE ÁGUA FRIA! Impedimento de Nunes Marques pega campanha de Flávio Bolsonaro de surpresa no STF
Falha grave na Polícia Civil de SP expõe governo Tarcísio e coloca sob suspeita provas de inquérito ligado a André Mendonça
