Lagarde: FMI teria prazer em trabalhar com BRICS
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971 visitas - Fonte: Brasil 247
Diante da demonstração e força e união dos países emergentes com a criação de um banco para financiar projetos de infraestrutura, diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, envia mensagem à presidente Dilma Rousseff afirmando interesse em colaborar com o projeto para “ajudar a preservar a estabilidade financeira internacional”; ela também cumprimentou Dilma por ter sediado o encontro: "Gostaria de parabenizá-la por organizar uma reunião bem-sucedida dos líderes dos Brics em Fortaleza, Brasil, e, especialmente, pela criação do fundo de reserva"
O corpo técnico do Fundo Monetário Internacional (FMI) terá satisfação em trabalhar com os países que integram o grupo dos Brics no projeto do fundo de reservas, disse a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, em mensagem enviada à presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira.
"O corpo técnico do FMI teria prazer em trabalhar com a equipe Brics dedicada a este projeto (do fundo de reservas)", afirmou a diretora-gerente.
Lagarde afirmou que essa colaboração reforçará a cooperação entre a instituição e os países e ajudará a preservar a estabilidade financeira internacional. Na terça-feira, líderes dos países que integram os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) anunciaram a criação de um banco de desenvolvimento com capital inicial autorizado de 100 bilhões de dólares e de um fundo de reserva cambial, na primeira ação concreta para remodelar o sistema financeiro internacional dominado pelo Ocidente.
Na mensagem, a diretora-gerente do FMI cumprimentou Dilma pelo Brasil ter sediado o encontro dos países emergentes, dizendo que a instituição possui vínculos sólidos com os países que compõem o grupo.
"Gostaria de parabenizá-la por organizar uma reunião bem-sucedida dos líderes dos Brics em Fortaleza, Brasil, e, especialmente, pela criação do fundo de reserva."
O banco dos Brics foi instituído para financiar projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento.
A instituição será sediada em Xangai, na China, e a Índia presidirá suas operações nos primeiros cinco anos, seguida por Brasil e então Rússia. Os países que compõem o grupo também definiram um fundo de reservas de 100 bilhões de dólares para ajudá-los a lidar com eventuais pressões de liquidez de curto prazo.
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