LAVA JATO: Financiamento de empresas a campanhas pode constranger até o TCU
Ministros do tribunal de contas que já tiveram campanhas eleitorais custeadas por empresas encrencadas no próprio tribunal enfrentam situações conflitantes com os fundamentos republicanos
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909 visitas - Fonte: Jornal GGN
Em 2004, quando era deputado, Nardes, presidente do TCU, respondeu à AP 363 no STF. Motivo: financiamento de campanha
O Tribunal de Contas da União (TCU), apesar do nome, não faz parte do Poder Judiciário, e sim do Legislativo. De seus nove ministros conselheiros, seis são indicados pelo Congresso Nacional em votação no plenário e sempre são escolhidos parlamentares ou ex-parlamentares, em processo de hábil articulação política para arregimentar votos da maioria dos colegas ou ex-colegas. As outras três vagas são indicadas pela Presidência da República, sendo duas preenchidas obrigatoriamente por funcionários de carreira dentre auditores e membros do Ministério Público que atuam no Tribunal. Em todos os casos, quem dá a palavra final sobre a aprovação do nome ou não é o Senado Federal, pelo voto da maioria dos senadores.
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