“VIOLAÇÕES” E “SADISMO” NA LAVA JATO
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O jornalista Janio de Freitas desfere duras críticas em diversos aspectos da Operação Lava Jato em sua coluna deste domingo 28. "É preciso estar muito entregue ao sentimento de vingança para não perceber certo sadismo na Lava Jato", conclui o colunista, que aponta "violações" e "sadismo" na investigação comandada pelo juiz Sérgio Moro.
Para ele, "o exemplo mais perceptível e menos importante" do citado "sadismo" são "as prisões nas sextas-feiras, para um fim de semana apenas de expectativa penosa do preso ainda sem culpa comprovada". Entre os políticos, diz Janio, "a hipocrisia domina", uma vez que "são milhares" os que recebem doações de empreiteiras e bancos. "Houve mesmo jantares de arrecadação no Alvorada e pagos pelos cofres públicos. Ninguém na Lava Jato sabe disso?", pergunta, em menção a FHC.
Janio critica o "jorro contínuo de vazamentos" de informações que seriam "sigilosas" da Polícia Federal, mas ressalta que "a imprensa é que faz o sensacionalismo. É. Com o vazamento deformado e o incentivo deformante vindos da Lava Jato". O jornalista aponta ainda que ocorre, com os "vazamentos deformantes", o "desvio da suspeita", como no caso do bilhete de Marcelo Odebrecht, que teria pedido para "destruir" um e-mail.
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