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Mídia parcial: Folha consegue fazer matéria sobre operador de propina de Alckmin sem citar Alckmin

Uma matéria muito vaga, sem foto, que não cita nem Alckmin nem o governo de SP. Blindagem das mais fortes

Abaixo, matéria de capa na Folha:

Suíça decide enviar ao Brasil dados bancários de ex-diretor da Dersa

O Ministério Público da Suíça decidiu enviar para as autoridades brasileiras detalhes sobre as quatro contas que o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, manteve naquele país. Com essa documentação, equivalente a uma quebra de sigilo bancário no Brasil, será possível saber quem fez depósitos e quem recebeu recursos de Paulo Preto. Foi quando documentos desse tipo chegaram ao Brasil que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa decidiu fazer o primeiro acordo de delação premiada da Operação Lava Jato, em 2014, revelando o esquema criminoso que vigorava na estatal. O saldo das contas do ex-diretor da Dersa era de 35 milhões de francos suíços quando ele decidiu transferir os recursos para Bahamas, no Caribe, no início de 2017. O montante corresponde atualmente a R$ 144,3 milhões. O engenheiro, que dirigiu a área de engenharia da Dersa entre 2007 e 2010, quando o governo paulista fez grandes obras como o Rodoanel e a reforma da Marginal Tietê, é apontado como operador de recursos ilegais do PSDB pelo Ministério Público Federal, o que seus advogados negam.

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Nota do Plantão:

Paulo Preto é operador de propina de ALCKMIN e SERRA. A Folha conseguiu fazer uma matéria e não citar nenhum dos dois, principalmente Alckmin que concorre ao Planalto. Quem lê a matéria não sabe nem que a Dersa é uma estatal do governo de SÃO PAULO. Tudo muito vago, de propósito.

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Paulo Preto deveria ter sido investigado em 2016, mas Sergio Moro e a Lava Jato decidiram não investigá-lo. Ele foi preso este ano mas ficou menos de um mês na prisão. Após ameaçar delatar Alckmin, foi solto e acusado de ameaçar de morte testemunhas.

A Justiça e a imprensa agem para acobertar Alckmin e o PSDB. Tanto a Folha, que não o cita e nem coloca sua foto (imagine se fosse uma denúncia contra Lula), quanto a Justiça, que o soltou após ameaça de delação.

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Fonte: Plantão Brasil

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