Política · Economia

Bolsonaro quer que reforma da Previdência não inclua militares; mas a reforma não era boa?

Apesar de a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, ser favorável à inclusão dos militares no projeto da Reforma da Previdência, a posição do Palácio do Planalto é a de que a categoria têm de ter um capítulo à parte, com mudanças por meio de projeto de lei complementar. A informação foi publicada pelo Blog do Valdo Cruz.

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Na época do governo Temer, os militares pressionaram para ficar de fora da reforma da Previdência e convenceram o emedebista. Depois, aceitaram dar o que chamavam de "contribuições" para reduzir o déficit previdenciário deles. Entre as contribuições sugeridas, estava fixação de uma idade mínima e acabar com a integralidade do benefício na aposentadoria. As duas alternativas seriam encaminhadas por um projeto de lei complementar.

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Os militares insistem que não há a previsão de uma Previdência para a categoria na Constituição, mas um regime de proteção social. Também alegaram que não recebem Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), hora extra e, mesmo passando para a reserva, ficam à disposição de um eventual convocação.

OPINIÃO THIAGO DOS REIS: Mas a reforma não era boa? Bolsonaro disse que a reforma era boa para o povo, Temer também. Eles não querem um decreto ou lei que permita a cobrança das empresas que devem bilhões ao INSS, querem dar no lombo do povão e preservar os bilionários que pagam propinas aos políticos de Brasília. Como Bolsonaro é subordinado aos militares, quer retirar os militares da reforma. Ontem, dia 9 de janeiro, TRÊS líderes das Forças Armadas pediram para que a reforma não se aplique a eles. P.S. Há um problema: a previdência dos militares tem um rombo proporcionalmente maior que o INSS.

Fonte: Brasil247

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