Política · Justiça

Em 2018, Moro criticou foro privilegiado e disse que era escudo contra a lei; vai comentar o caso Flávio Bolsonaro?

Em 16 de abril de 2018, quando ainda era o responsável pelos principais casos da Operação Lava Jato em Curitiba, o então juiz federal de primeira instância Sérgio Moro afirmou em Harvard, nos EUA, que o foro privilegiado funciona como um "escudo" contra a responsabilização perante a lei, publicou o Estado de São Paulo.

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À época, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiria sobre limitar o foro privilegiado de deputados federais e senadores. E Moro, em sua "cruzada contra a corrupção", ia além e defendia a aprovação de uma emenda constitucional que acabasse com o foro privilegiado de todas as autoridades, incluindo os magistrados.

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Com a decisão desta quinta-feira (17) do ministro Luiz Fux, que aceitou o pedido do "investigado-confesso" Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) de suspender as investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre as movimentações financeiras de seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, por ter foro privilegiado de senador eleito, será que o agora ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL), pai de Flávio, mantém a opinião?

Flávio Bolsonaro, que defendia o fim do foro, certamente já mudou.

Fonte: Brasil247

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