Quase toda a soja produzida no Paraná é exportada para a China, que vai cortar a soja brasileira graças a Bolsonaro, que teve 69% dos votos lá

Embora o agronegócio tenha sido uma das bases de apoio para a eleição de Jair Bolsonaro, o setor será defendido pelo Partido dos Trabalhadores, uma vez que o atual governo tem se mostrado totalmente submisso aos interesses de Donald Trump.
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O capítulo mais recente desta submissão aconteceu ontem, quando Trump foi ao Twitter comemorar o acordo agrícola negociado com a China, que deve ampliar em 10 milhões de toneladas a quantidade de soja comprada dos Estados Unidos – o que pode zerar as importações de produtos brasileiros.
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"Vamos questionar a ministra Teresa Cristina, da Agricultura, para saber que providências serão tomadas para proteger o setor agrícola nacional", diz ela, que também estuda uma forma de agir em relação à China. A deputada, que preside o PT, lembra que praticamente toda a soja paranaense é exportada para os chineses.
Além disso, a União Europeia também anunciou que não deve mais realizar acordos comerciais com o Mercosul. Tanto a chanceler alemã Angela Merkel como o presidente francês Emmanuel Macron têm restrições ao governo de Jair Bolsonaro, em razão de seu desrespeito ao meio ambiente e aos direitos humanos.
Ou seja: o agronegócio poderá em breve chegar à conclusão de que não valeu a pena contribuir para a eleição de um presidente que não defende interesses nacionais e adota um discurso contrário ao meio ambiente, às populações indígenas e aos movimentos sociais.
Fonte: Brasil247

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