Política · Justiça

Ministro de Bolsonaro condenado por corrupção desmonta fiscalização ambiental a empresas que pagaram propina a ele

O governo Bolsonaro está desmontando a estrutura de fiscalização ambiental no Brasil. "A quantidade de multas aplicadas pelo Ibama por crimes ambientais no primeiro bimestre de 2019 foi a menor nos dois primeiros meses de um ano desde 1995. O sistema do órgão acumulou, até o fim de fevereiro, 1.139 autuações. No ano passado, no mesmo período, foram registradas 1.580; em 2017, 1.630 e, em 2016, 1.810", informa o jornalista Fernando Tadeu Moraes, na Folha.

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Jair Bolsonaro, que nomeou Ricardo Salles, indicado por ruralistas ao meio ambiente, chegou a dizer que o órgão abrigaria uma ’indústria da multa’. "Fazendo coro à posição presidencial, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou à Folha, logo após de ser escolhido para o cargo, que ’existe uma proliferação das multas’ e que muitas delas seriam aplicadas por caráter ideológico", aponta o jornalista. "Na visão de técnicos da área ambiental ouvidos pela reportagem, declarações dessa natureza acabam provocando um clima intimidatório entre os fiscais e pode estar levando à não lavratura de autos."

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Salles foi condenado por CORRUPÇÃO ao favorecer mineradoras em negócios ilícitos quando era secretário de Geraldo Alckmin no governo de São Paulo. Agora favorece de maneira diferente ao acabar com a fiscalização.

Fonte: Brasil247

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