Neste vídeo falo sobre a morte de Paulo Henrique Amorim, um dos maiores jornalistas da história do Brasil. Poucos lutaram tanto contra o golpismo e a direita corrupta quanto ele. Um grande guerreiro. Descanse em paz.

As revelações do Intercept comprovam documentalmente que Luiz Fux era tratado como um velho parceiro; um grande amigo, um aliado da gangue da Lava Jato. Enfim, um “bom carioca” que convida a frequentar sua casa, como disse um deslumbrado e provinciano Deltan Dallagnol.
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É de perguntar, ante tamanha efusividade do Dallagnol, se Fux não será um equivalente do “Uhu aha, o Fachin é nosso!”, o outro ministro do Supremo que também é “deles”.
Ninguém tem o direito de se opor às relações e vínculos pessoais, societários, de amizade ou afetivos que qualquer pessoa queira estabelecer na vida.
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Luiz Fux, por isso, na sua vida privada poderia ser visto em qualquer lugar, sozinho ou acompanhado – num bar, na casa de amigos, no parque, numa reunião de condomínio, num campo de golfe, numa quadra de tênis, num motel, num restaurante etc – sem precisar dar satisfação a quem quer que seja.
Como ministro do STF, todavia, Fux só não poderia ser visto – ou melhor, jamais poderia ter sido flagrado, como foi – em chats ou em áudios comprometedores de procuradores.
Principalmente de procuradores que, está documentalmente provado, fazem parte daquilo que Gilmar Mendes, colega do próprio Fux, considera ser uma organização criminosa.
A associação orgânica do Fux com a Lava Jato atravessa os tempos. Ele, afinal, é conhecido como um “homem de compromisso” que, na escalada da carreira até o Supremo, se notabilizou por prometer “matar no peito” decisões de interesse dos clientes dos seus interlocutores.
Não é por outro motivo que em 22 de abril de 2016, mais de 3 anos atrás e apenas 5 dias depois da aprovação do impeachment fraudulento da Dilma na Câmara, Moro exultou aos seus comandados do MPF: “Excelente, in Fux we trust”.
Vale repetir: o juiz de primeiro piso exultou aos seus comandados do MPF: “Excelente, in Fux we trust”. Fux, como está repetidamente citado no presente artigo, é ninguém menos que 1 dos 11 ministros do STF!
Fonte: Brasil247

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