Política

Governo Bolsonaro CENSURA comercial do projeto anticrime de Moro

Do Globo:

A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) decidiu vetar a gravação de uma propaganda que seria produzida para defender o pacote anticrime do ministro Sergio Moro. O motivo do veto, segundo a coluna apurou, é que a história de violência que seria mostrada na peça publicitária contraria as bandeiras da “bala, bíblia e boi” defendidas pelo governo de Jair Bolsonaro.

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A censura desagradou Moro, que aposta na campanha para ganhar o apoio da população na defesa de sua proposta, que tramita no Congresso. O personagem que tinha aceitado contar sua história na TV, mas depois teve a gravação cancelada por decisão da Secom, é Dirceu Moreira Brandão Filho, 53 anos, que mora em Passos, no sul de Minas.

A coluna apurou que o ministério da Justiça foi comunicado pelo chefe da Secom, Fabio Wajngarten, sobre o desgaste que a gravação com Dirceu poderia causar ao governo e à pasta. O argumento é que o autor do crime é um fazendeiro e a história narrada, apesar de se tratar de uma tentativa de homicídio, iria contra bandeiras defendidas pelo governo Bolsonaro como flexibilizar uso de armas no campo.

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Em 1991, durante uma exposição agropecuária na sua cidade, Brandão Filho foi alvo de cinco tiros. Dois o acertaram, um na boca e outro na nuca. O autor dos disparos foi o fazendeiro Omar Coelho Vítor. A justificativa é que sua mulher teria sido “cantada” por Brandão Filho, que, na época, tinha 25 anos. Ele ficou cinco dias em coma e até hoje tem uma bala no corpo.

OPINIÃO THIAGO DOS REIS: Já vivemos em uma DITADURA VELADA, onde até o ministro que também age como ditador é censurado.

Fonte: diário do centro do mundo

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