Acusado de corrupção, chefe da SECOM mentiu e a prova apareceu

Antes de assumir o cargo, o chefe da Secom respondeu a um questionário da Comissão de Ética Pública da Presidência. Ele foi questionado se exerceu atividades econômicas em áreas afins às atribuições que teria no governo, o que poderia gerar conflito de interesses segundo a Lei 12.813, de 2013. Para essa questão, Wajngarten respondeu "Não".
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Ele também foi questionado se recebeu "suporte financeiro" nos últimos 12 meses de entidades públicas ou privadas de áreas afins à que comandaria. Foi questionado se firmou contratos com essas empresas para "recebimentos futuros". Wajngarten respondeu: "Não".
A mãe do chefe da Secom possui 5% das cotas da FW. Mas Wajngarten respondeu "Não", quando a comissão de Ética o questionou se possuía parentes que atuavam como sócio em empresas da mesma área em que atuaria no governo.
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Em 15 de janeiro, a Folha de S.Paulo perguntou a Wajngarten se ele havia detalhado as atividades da FW à Comissão de Ética. O chefe da Secom respondeu ao jornal: "Isso jamais foi questionado".
Na semana passada, Jair Bolsonaro disse não ter visto, "até agora", nada de errado na atuação de Wajngarten.
Fonte: Uol

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