Política · Segurança

Líder do PSL diz que testemunha cometeu crime em CPI e deveria ter sido preso

Na foto você vê Hans River, que cometeu crime, e o senador COVARDE que não deu ordem de prisão

Líder do PSL no Senado, o senador Major Olímpio (SP) disse nesta quarta-feira (12) que o ex-funcionário de uma agência de disparos de mensagens em massa que mentiu à CPMI das fake news, no Congresso, cometeu crime ao atacar a repórter da Folha Patrícia Campos Mello.

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Para o senador, a CPMI deveria ter decretado a prisão em flagrante. "Em uma comissão parlamentar de inquérito, e estando sob juramento, qualquer cidadão tem que dizer a verdade, sob pena de cometer crime. Acusações sobre a honra, a conduta profissional e moral da jornalista, ao meu ver, caracterizam crime", afirmou Olímpio.

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Para ele, a comissão "deveria ter feito a prisão em flagrante pelo cometimento de crimes".

"Se nada fez, nada se opõe à possibilidade de representação, por parte da vítima, na polícia e no Ministério Público, ao presidente do Congresso e ao presidente da Câmara, haja vista que parlamentares manifestaram solidariedade à conduta criminosa praticada pelo depoente, além de recorrer ao Conselho de Ética, e às comissões da Mulher e dos Direitos Humanos", afirmou o líder do PSL.

Para o líder do PSL no Senado, não há dúvida de que houve a prática de crimes. "Independentemente do resultado da CPI, foram praticados crimes contra a honra e, eventualmente, com participação e/ou couautoria de parlamentares", afirmou. ?

Fonte: Folha

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