Política · Justiça

Manifestantes pró-Bolsonaro na Paulista pedem ditadura e dizem que coronavírus é mentira

Simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro em ato na avenida Paulista neste domingo (15) desafiaram a pandemia de coronavírus e se concentraram em frente à sede da Fiesp (federação das indústria). Grande parte dos manifestantes era de idosos, grupo de risco da doença. Parte do público usava máscaras.

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Manifestação pró-Bolsonaro na Avenida Paulista ataca Congresso e STF e chama coronavírus de ’mentira’ - Bruno Santos/Folhapress
A manifestação ocorreu apesar de Bolsonaro ter sugerido adiamento dos atos e os grupos de direita em São Paulo terem desmobilizado a organização —apenas o Movimento Direita Conservadora levou caminhão de som à Paulista.

Como mostrou a Folha, porém, o clima de conflagração e de convocação permaneceu nos últimos dias, o que acabou levando pessoas à Paulista. O próprio Bolsonaro participou do ato em Brasília e estimulou as manifestações pelo país neste domingo.

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O tom da manifestação na Paulista foi de protesto contra o Congresso e o Judiciário. Cartazes pediam intervenção militar e AI-5. Do caminhão de som, o grito "intervenção" foi puxado.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), o presidente do STF, Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foram alvos. Houve gritos pedindo a prisão deles.

Fonte: Folha

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