Dono da Havan coloca funcionários para protestar nas ruas e tem loja lacrada no interior de SP

A loja de departamentos Havan da cidade de Marília, interior de São Paulo, foi lacrada na tarde de segunda (18) por fiscais da Prefeitura do município.
O estabelecimento estava descumprindo um acordo na qual somente alguns setores poderiam funcionar; fiscais flagraram a filial com todos os departamentos funcionando.
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Na semana anterior, a prefeitura recebeu uma denúncia de que a loja estava funcionando e mandou uma advertência, que, ao que tudo indica, foi ignorada.
Como já havia sido advertida, a Havan foi lacrada por descumprir o decreto estadual.
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O bolsonarista Luciano Hang, o Veio da Havan, dono da rede, publicou em seu Twitter um vídeo de vários funcionários, de várias filiais, vestidos de verde e amarelo nas ruas. “Os colaboradores da Havan foram às ruas defender o direito de tralhar (sic). Das 145 lojas Havan, 18 seguem fechadas há mais de 2 meses. Enquanto os governantes vendem a imagem de salvadores da pátria, muitos não sabem como colocar comida na mesa. É muita hipocrisia, você
concorda?
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Funcionários se reuniram em frente ao Paço Municipal, onde protestaram com cartazes impressos sobre a medida e solicitaram do poder público providências para que voltem ao trabalho.
O estabelecimento estava descumprindo um acordo na qual somente alguns setores poderiam funcionar; fiscais flagraram a filial com todos os departamentos funcionando.
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Na semana anterior, a prefeitura recebeu uma denúncia de que a loja estava funcionando e mandou uma advertência, que, ao que tudo indica, foi ignorada.
Como já havia sido advertida, a Havan foi lacrada por descumprir o decreto estadual.
Lacraram a Havan em Marilia- SP. ?? pic.twitter.com/VG7DrFrxdU
— Patrícia ????????? ???? (@PatBulbovas) May 19, 2020
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O bolsonarista Luciano Hang, o Veio da Havan, dono da rede, publicou em seu Twitter um vídeo de vários funcionários, de várias filiais, vestidos de verde e amarelo nas ruas. “Os colaboradores da Havan foram às ruas defender o direito de tralhar (sic). Das 145 lojas Havan, 18 seguem fechadas há mais de 2 meses. Enquanto os governantes vendem a imagem de salvadores da pátria, muitos não sabem como colocar comida na mesa. É muita hipocrisia, você
concorda?
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Os colaboradores da Havan foram às ruas defender o direito de tralhar. Das 145 lojas Havan, 18 seguem fechadas há mais de 2 meses. Enquanto os governantes vendem a imagem de salvadores da pátria, muitos não sabem como colocar comida na mesa. É muita hipocrisia, você concorda? pic.twitter.com/Rs6Gt7TcH1
— Luciano Hang (@luciano_hang) May 18, 2020
Funcionários se reuniram em frente ao Paço Municipal, onde protestaram com cartazes impressos sobre a medida e solicitaram do poder público providências para que voltem ao trabalho.
Fonte: Revista Fórum

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