Carlos Bolsonaro diz que inquérito das fake news é inconstitucional, político e ideológico. Eduardo também reage

O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos) afirmou em suas redes sociais na manhã desta quarta-feira que a operação da Polícia Federal contra aliados e apoiadores de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, busca "incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico". A PF cumpre 29 mandados de busca de apreensão no inquérito que apura fake news e ataques contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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"O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está!", escreveu Carlos Bolsonaro.
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Entre os alvos da PF nesta quarta-feira estão o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), o blogueiro Alllan dos Santos, o empresário Luciano Hang e da ativista Sara Winter. Os cinco alvos são aliados e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Mato Grosso, no Paraná e em Santa Catarina.
Carlos Bolsonaro é apontado como um dos integrantes e mentores do "gabinete do ódio", grupo que monitora e produz conteúdos para redes sociais. O grupo é apontado como responsável por ataques a opositores do presidente Jair Bolsonaro.
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"O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está!", escreveu Carlos Bolsonaro.
O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está!
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) May 27, 2020
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Esse não é aquele inquérito que a PGR Raquel Dodge pediu para arquivar mas o Min. STF Alexandre de Moraes não permitiu e deu continuidade?
— Eduardo Bolsonaro???? (@BolsonaroSP) May 27, 2020
Achei que não existisse processo judicialiforme no Brasil... Não é o MP/PGR titular da ação penal?https://t.co/CCzYS3I3qY https://t.co/hMiS41BtLP pic.twitter.com/zFk6PONg4L
Entre os alvos da PF nesta quarta-feira estão o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), o blogueiro Alllan dos Santos, o empresário Luciano Hang e da ativista Sara Winter. Os cinco alvos são aliados e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em São Paulo, no Mato Grosso, no Paraná e em Santa Catarina.
Carlos Bolsonaro é apontado como um dos integrantes e mentores do "gabinete do ódio", grupo que monitora e produz conteúdos para redes sociais. O grupo é apontado como responsável por ataques a opositores do presidente Jair Bolsonaro.
Fonte: O Globo/Twitter

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