Governador do Ceará a afirma que candidato bolsonarista participou de motim da PM em seu Estado

Nesta quarta-feira, 14, o governador do Ceará, Camilo Santana (PT), afirmou que o deputado federal e candidato a prefeito de Fortaleza, Capitão Wagner (Pros), apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, teve participação direta no motim da Polícia Militar do Ceará no inicio deste ano.
[bn2][/bn2]
As afirmações de Camilo foram publicadas após o candidato bolsonarista afirmar em entrevista ao Diário do Nordeste que não participou do movimento ilegal que aterrorizou o estado por 13 dias, vitimou o senador Cid Gomes (PDT) com três tiros e pela insegurança, causou mais de 200 homicídios.
[bn1][/bn1]
“Em nenhum momento, eu me posicionei a favor de qualquer paralisação aqui na cidade de Fortaleza ou no Estado do Ceará. Eu tenho muita responsabilidade com essa questão e, por conta disso, fui inclusive desgastado em rede social por policiais que queriam fazer o movimento, e a gente foi contra a realização. De forma nenhuma, a gente vai incentivar esse tipo de acontecimento. O que aconteceu esse ano foi, de fato, um posicionamento radical de ambos os lados (Governo e PM), tenho que frisar isso”
[bn2][/bn2]
Vi no DN entrevista do Capitão Wagner dizendo não ter apoiado o motim deste ano, que aterrorizou o Ceará. Não é verdade. Tanto liderou o motim de 2011 como teve participação direta nesse último motim, que teve clara motivação política para desorganizar a segurança do Ceará (Cont)
— Camilo Santana (@CamiloSantanaCE) October 14, 2020
Por fim defendeu abertamente anistia para quem praticou esses crimes, o que jamais aceitei. Foi um dos atos mais covardes já praticados contra a população por uma minoria de policiais que não representavam a grande maioria da tropa, formada por policiais corretos e dedicados Cont
— Camilo Santana (@CamiloSantanaCE) October 14, 2020
As afirmações de Camilo foram publicadas após o candidato bolsonarista afirmar em entrevista ao Diário do Nordeste que não participou do movimento ilegal que aterrorizou o estado por 13 dias, vitimou o senador Cid Gomes (PDT) com três tiros e pela insegurança, causou mais de 200 homicídios.
[bn1][/bn1]
“Em nenhum momento, eu me posicionei a favor de qualquer paralisação aqui na cidade de Fortaleza ou no Estado do Ceará. Eu tenho muita responsabilidade com essa questão e, por conta disso, fui inclusive desgastado em rede social por policiais que queriam fazer o movimento, e a gente foi contra a realização. De forma nenhuma, a gente vai incentivar esse tipo de acontecimento. O que aconteceu esse ano foi, de fato, um posicionamento radical de ambos os lados (Governo e PM), tenho que frisar isso”
Fonte: O Cafezinho

O que você acha desta notícia?
Seja o primeiro a compartilhar sua opinião.